Mídiaweb - Blog

Ver mais sobre o novo site da Oi Internet.
Assine nosso Feed RSS

Últimas Notícias

15 de Abril5:04 pm

1 Comentário

Postado por: midiaweb

Conteúdo, copyright… onde está o valor das coisas?

Por Roberto Cassano

O guru Nicholas Negroponte, professor do MIT, previu há mais de uma década que haveria uma troca de papéis nas telecomunicações. O que tradicionalmente fluía pelo ar, como rádio e televisão, passaria a percorrer cabos (tv a cabo, rádios via internet etc). E o que nasceu como algo preso a fios - telefonia - se tornaria livre. Os celulares estão aí tocando sem parar nas salas de cinema para não nos deixar mentir.

No começo deste ano, outro visionário, o autor de A Cauda Longa e editor da Wired Chris Anderson, criou sua versão desta previsão: tudo o que nasceu pago ficará gratuito e vice-versa.

Ousado? Com certeza. Mas vejamos: a TV, além de livre, era gratuita. Agora é a cabo e paga. Os canais de rádio via satélite são pagos. Idem para as rádios online como o Pandora ou o Sonora, do Terra. Nunca se comprou tanta água engarrafada. E até o ar tem preço. O que são os créditos de carbono se não taxas que se paga para gastar/estragar o ar?

Produtos - de modems de banda larga a filtros e geladeirinhas - se transformam em serviços, por meio das soluções de comodato e aluguel. E os bens digitalizados imploram para ganhar o mundo, povoar a matrix, se espalhar como gremlins.

Tudo que se digitalizou - de livros e músicas a nossas próprias identidades e privacidade - perdeu o conceito de propriedade junto com os átomos que os compunham. Música já não se compra. Ou você aluga ou simplesmente copia. Junto com o Orkut, a pirataria foi um dos grandes vetores da inclusão digital no Brasil. Procure nos mercados populares por CDs piratas. Eles perdem cada vez mais espaço para os DVDs. Isso porque até o CD “genérico” de R$ 3 é caro perto de um clique no eMule. A pirataria é tão feia e errada como real e inevitável. Ignorar isso é fingir que aquele iceberg jamais afundaria um transatlântico como o nosso.

E tem mais. Digitalizado, o conteúdo pede não só para ganhar o mundo, mas para evoluir. Mudar, mitoses, meioses, osmoses, fagocitoses de idéias, imagens, sons… bricolagem frenética e digital. Criação coletiva, colaborativa. Máquina fazendo arte. Gente e máquina fazendo máquina. Um “eu” que vira “nós”. Um “nós” que vira “eu”. De quem é o conteúdo? Patente do quê? Quem se ousa se clamar “dono” da idéia? De quem é a foto do Corcovado? Se eu fotografo um quadro que é refeito em calda de chocolate por Vik Muniz e depois ganha versões nas mãos de anônimos e um camelô imprime e vende em Guadalajara, quem merece receber os direitos autorais?

Copyright é algo tão na moda quanto mullets e polainas. E não porque está errado. Simplesmente o mundo mudou. Não que ele precise ser abolido. Ele simplesmente não se aplica mais às regras do jogo.

Falando de negócios, estamos dizendo que o grande desafio dos proprietários de conteúdo é torná-los rentáveis de uma maneira sintonizada com o momento do mundo. E não como uma Durval Discos anacrônica.

Mas ainda é cedo para os produtores de átomos rirem de nós, seres digitais. Se ainda não existe a cópia em massa de átomos, tudo que é material virou commodity. Já não há diferença de fato entre tipos de arroz, tipos de carros, tipos de laptops. E as marcas, que assumiram a responsabilidade de diferenciar os produtos, estas sofrem com pirataria, clones, mudanças de humor do mercado.

O futuro, apostam os especialistas, está na customização em massa. Ou seja, produzir em larga escala produtos que rivalizam com os artesanais na capacidade de ser a cara do consumidor. Só que quando todos os produtos tiverem a minha cara, todos serão iguais (a mim). Um Apple e um Sony seriam a mesma coisa. Talvez com uma diferença de aura, de estilo, benefício acessível a um punhado de sortudas e bem-trabalhadas marcas.

Se uma ponte ou uma geladeira já não vale o que valia e se tudo que é digital se copia, onde está o valor? Eu aposto no artesanal. Não por ser tosco, barato. Nem por ser uma oportunidade de dar uma “esmola” a quem se esforça com calos nas mãos. O artesanal se destaca porque possui algo que nenhum MP3 baixado pelo Torrent nem nenhuma Louis Vuitton de camelô pode oferecer: uma história autêntica. É mais que o produto, é a história que ele percorreu até chegar a suas mãos. Veja o valor que você dá a estúpidos souvenires de viagem. Quanto vale aquele chaveirinho vagabundo que você comprou na Tailândia? Para você, uma fortuna.

Você não pode copiar uma história autêntica. Você não pode se apropriar da história de outro produto. Você pode até copiar a marca, mas o valor da marca não leva junto o valor da experiência de fazer parte da vida daquilo que se tem em mãos. Quanto você pagaria por uma cópia de um autógrafo?

Não se pirateia um repente. Uma bolsa de palha do Jalapão. Uma serenata sob a janela ou um pocket show do U2 na Quinta da Boa Vista. Não se pirateia ou patenteia experiência. Mil corridas de avião em plena enseada de Botafogo não mimetizariam um Red Bull Air Race. Você pode até forjar uma história, como fez brilhantemente o sorvete Haagen-Dazs, mas ela é sua, só sua. A experiência é o DNA do produto. Deixem o conteúdo correr. Deixem que se crie, que se recrie. Ninguém vai roubar aquilo que realmente tem valor para você: sua alma. Se você tiver uma, é claro.

Fonte: Webinsider

Saiba o que fazer quando o assunto for otimização para Buscadores e como utilizar isso como ferramenta de marketing on-line

O que esperar das ações de SEO (Search Engine Optimization) realizadas pelas agências de internet hoje em dia? Será que são realmente efetivas, dão resultado? São perguntas muito freqüentes na cabeça de gerentes de marketing que têm sua conta administrada por uma agência de Mídia On-line.

Para sobreviver na selva digital da disputa pelo melhor ranking e posicionamento nos buscadores (Google/Yahoo), existem algumas leis básicas que um profissional de SEO deve comentar ao defender esta estratégia ao seu cliente. E se você tiver que contratar este serviço, abra o olho para alguns detalhes que fazem a diferença.

Não se deve acreditar que o processo de Otimização é algo rápido, que você faz uma vez e o resultado é eterno, isso são ilusões que devem ser eliminadas da cabeça do cliente desde o começo da relação. Para tudo nesta vida é necessário trabalho e persistência, não seria diferente com o SEO. Isso provoca uma expectativa errônea, gera insatisfação e resultados frustrantes. Controlar expectativas, é saber gerenciar.

Para que o resultado seja efetivo temos algumas fases a cumprir:

Atitudes On-page
01 - Análise das condições atuais dos desempenhos do site.
02 - Solução dos problemas técnicos (links quebrados, inclusão das meta-tags, a codificação deve estar no padrão W3C, títulos das páginas coerentes com o contexto do conteúdo, notas de rodapé, sitemap, conteúdo relevante e etc.)
03 - Conexão com o Google Analytics.

Atitudes Off-page
01 - Definição das palavras-chave que transmitem o contexto do site e/ou demonstram o modelo de negócio.
02 - Análise da concorrência nas 3 primeiras páginas do Buscador, ou seja, é necessário ver quem está utilizando as palavras-chave e está obtendo bons resultados. Por que eles estão lá?
03 - Procure boas parcerias, geralmente em páginas populares, pois essas transmitem o know-how para seu site.
04 - Procure por popularidade de link, divulgue seu website de todas as formas. Assine seu e-mail e de seus funcionários com o link do site, crie campanhas para gerar tráfego e busque resultados cada vez maiores.

Como disse anteriormente não tenho pretensão de demonstrar tudo o que deve ser feito em caso de ações de SEO e sim nortear as pessoas que estão se envolvendo agora nestes processos. Estes procedimentos são complexos e requerem literatura específica para maior entendimento.

Existe também um trabalho contínuo de manutenção do desempenho do site e da vida dele em relação aos sistemas de busca. Um acompanhamento periódico da performance das palavras-chave inicialmente escolhidas deve ser feito, juntamente com uma renovação do conteúdo e busca por novas formas de ser encontrado pelos crowlers (robôs de indexação). Ou seja, é preciso reiniciar o ciclo com novas palavras-chave, aumentando assim a possibilidade dos buscadores indexarem seu website. Mas lembre-se: você deve aumentar o volume de palavras e não substituí-las, pois o trabalho anterior seria perdido.

Estes serviços devem ser prestados com seriedade e atenção. E, no caso de você ser o cliente, é preciso ter a cabeça aberta às contribuições dos profissionais especializados, pois o interesse em melhorar seus resultados visa também manter seus investimentos nestas ações. Assim, todos os lados saem ganhando.

Flávio Vidigal
Criação e Gestão de Mídia
Midiaweb - Inteligência Interativa

30 de Novembro11:50 am

Comente!

Postado por: midiaweb

Como a Web 2.0 pode contribuir com o seu negócio

Ainda é difícil achar uma definição para a web 2.0, e mais difícil ainda é saber ao certo quando e por que ela surgiu. Para o diretor de planejamento da agência Midiaweb, Sérgio Coelho, a essência da web 2.0 é trazer o usuário para o centro de todo o processo, pois “ela permite que o usuário compartilhe, interaja, analise, crie, comente, edite o conteúdo do site”.

São exemplos de ferramentas web 2.0 os blogs, fotologs, vídeo logs, sites de relacionamento, as enciclopédias livres, o Second Life entre várias outras.

Hoje, qualquer pessoa pode colocar o que quiser na internet, como um texto, uma fotografia ou um vídeo, de forma simples e rápida. A conseqüência disto é uma infinidade de materiais publicados na rede sobre os mais diversos assuntos. E um destes assuntos pode ser justamente o seu produto ou a sua empresa. Por isso, mesmo que você ainda pense na web 2.0 como algo distante, é bom estar atento, pois ela existe e está sendo bastante utilizada.

Para Sérgio Coelho, a facilidade que o usuário tem ao expressar suas opiniões, a democratização da informação e a abrangência de conteúdos feitos por pessoas diferentes, podem ser consideradas algumas das vantagens da web 2.0. E as informações, idéias e conhecimentos armazenados e compartilhados na web, podem contribuir para que as empresas conheçam melhor o seu público, para saber o que as pessoas estão pensando e querendo, além de trocar conhecimentos e experiências.

As desvantagens, no entanto, estão relacionadas diretamente às vantagens, pois “a qualidade do conteúdo produzido pelos próprios usuários é questionável e nem tudo o que está exposto na web pode ser confiável”. Mas, mesmo assim, para o diretor da Midiaweb vale a pena pagar esse preço para andar junto com a tecnologia: “é preciso aceitar e saber conviver com o que é novo” garante.

Alguns cuidados devem ser tomados com a exposição pessoal ou da marca na web 2.0, já que através dela qualquer um tem “voz” para dizer o que pensa. Comentários positivos e negativos podem surgir e as pessoas e/ou empresas precisam estar preparados para lidar com isto.

Sérgio Coelho explica que a empresa precisa ter um objetivo na internet, analisar todas as ferramentas disponíveis e ver se é realmente relevante usar os recursos da web 2.0. “O importante é se preocupar com o foco da empresa e não com modismos”, afirma. Além disso, quando uma empresa resolve abrir espaço para os usuários/clientes, ela precisa ter uma equipe preparada e atenciosa para responder às críticas que irão surgir. Do mesmo modo que uma empresa pode elevar seu conceito utilizando os recursos da web 2.0, ela precisa ter a consciência que pode ser prejudicada, caso não saiba lidar com as situações. Uma empresa, por exemplo, pode dar um tiro no pé ao criar um blog e bloquear os comentários. Neste caso, um consumidor que esteja mais habituado à web 2.0, poderá achar ruim.

E a tecnologia certamente não irá parar por ai, já se fala da web 3.0. Nela, a internet vai deixar de ser baseada em documentos para ser baseada em dados, o que tornará as ferramentas de busca mais precisas.

Dentre tantos avanços que ainda estão por vir, há também a comodidade que as pessoas terão em navegar na internet de qualquer lugar utilizando aparelhos móveis destinados a isso.

Confira a finalidade dos sites da Web 2.0 pelo site: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml

Sérgio Coelho – Diretor de Planejamento e Sócio da Agência Midiaweb Inteligência Interativa.

Comente!

30 de Novembro11:06 am

5 Comentários

Postado por: midiaweb

Design para novas mídias

Voltando um pouco no tempo, vemos o desafio dos designers, publicitários e profissionais de marketing com relação à divulgação de produtos, serviços e marcas dos seus clientes, onde as mídias eram essencialmente estáticas e unilaterais, ou seja, anúncios impressos nos quais a informação vinha apenas de um lado, deixando o público atingido apenas na posição de receptor.

Com o advento do rádio, as experiências em comunicação se tornaram áudio/visuais, ou seja, teríamos que impactar o receptor através de um anúncio estático e um sonoro. A televisão chegou para juntar as duas coisas e unificar as sensações da informação em um único veículo. Isso não acabou com os anúncios estáticos, tão pouco com os anúncios de áudio. Simplesmente a publicidade ganhou a sua principal ferramenta de comunicação até os dias de hoje, deixando as demais mídias como apoio para as campanhas de tv.

Em toda essa trajetória o design, como ferramenta da comunicação e do marketing, vem se adaptando para tornar possível todas as sensações provocadas por mídias emergentes. Desde então, as experiências do receptor tornaram-se cada vez mais avançadas, surgem anúncios animados em topsites, mídia in-door e demais mídias alternativas.

As ferramentas denominadas “multimídia” entram em cena para incluir mais um item na experiência do ainda receptor: a interação com o material publicitário. Isso permite ao usuário novas sensações, além da visual e sonora, dando a ele alguma autonomia no que se realmente quer ver e ouvir, a comunicação passa a ser menos unilateral. Com isso abrem portas para o surgimento de novas formas de se fazer propaganda e marketing. Surge a world wide web, nossa querida internet.

A internet precisa de um artigo somente para ela, mas posso citar rapidamente aqui uma prévia da sua evolução. Ela começou dando ao usuário novas sensações interativas como hiper-navegação, pesquisas rápidas, novas formas de relacionamento e absorção de conteúdo relevante ao seu perfil. A publicidade e o design se ajustam mais uma vez para atender essa nova realidade, tentando trazer os modelos já existentes para dentro da rede mundial. O segundo momento da rede permite ao usuário se reunir em comunidades definidas por perfis, ter acesso a conteúdo de áudio, visual, animado e interativo.

Surge a web 2.0, que nada mais é que uma maneira diferente de pensar web, ou não tão diferente assim, pois ela foi criada em seus primórdios para promover a colaboração de conteúdos acadêmicos e organizações militares do governo americano. A web já nasceu colaborativa. A atitude de retomar essa maneira de usar a web custou aos comunicadores a queda do termo “receptor”, pois agora ele virou “co-autor” ou “colaborador”. Assim, a web avança mais um pouquinho na formação da sua personalidade e como mídia assume a poderosa posição de permitir ao usuário/co-autor a possibilidade de ter experiências áudio/visuais, animadas (vídeos e vinhetas flash), interativas e colaborativas. Atendendo ainda mais os anseios do público que a consome. Como será a web 3.0?

Flávio Vidigal
Criação e Gestão de Mídia
Midiaweb Inteligência Interativa

Mídiaweb - Agência Interativa

Mídiaweb - Agência Interativa - Blog

© 2008 Midiaweb — Todos os direitos reservados. Rua Fernando Amaro, 280 / Alto da XV / Curitiba / Paraná / Brasil — Fone: +55 41 3362.5858