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5 de Setembro6:00 pm

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Postado por: midiaweb

Investimento publicitário na internet

Publicidade nos veículos online aumenta 45%, comparado a 2007

O jornal Folha Online, divulgou no dia 26 de agosto uma matéria com dados importantes do mercado publicitário online. A Internet é o meio de comunicação que mais cresceu no país durante o primeiro semestre de 2008. A rede já rendeu R$ 321 milhões neste período, um aumento de 45% em comparação ao ano passado.

Os dados da pesquisa são do Projeto Inter-Meios, que mede o faturamento de empresas de mídia.
A web ocupa o quinto lugar de veículo que mais recebe verba, há um ano era a sétima colocada.

A televisão ainda é a mídia que mais recebe investimento publicitário, com 58,5%, seguidos dos jornais com (17,2%), revistas (8%), rádio (4,3%), internet (3,3%), TV por assinatura (3,2%), mídia exterior (2,8%), guias (2,1%) e cinema (0,3%).

A Inter-Meios, revela que as empresas utilizaram R$ 9,57 bilhões em publicidade no primeiro semestre, contra R$ 8,22 bilhões de 2007, uma alta de 16,3%.

Fonte: Folha Online

28 de Julho7:20 pm

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Postado por: midiaweb

Do interesse a conversão

Vendas na internet: um processo multidisciplinar.
Da geração de interesse a efetivação da venda - novas técnicas, ferramentas e recursos auxiliam a projeção de uma marca
Que a internet é dinâmica, interativa e diferente das outras mídias parece ser senso comum. Porém a pergunta que persiste é: como explorar essas diferenças? A cada instante, novos usuários são atraídos para a internet e novas ferramentas de entretenimento, notícia, interatividade são desenvolvidas para atingir esse público crescente e diversificado.
Diante desta ebulição de novidades, as empresas vêem o desafio de atender consumidores cada vez mais dinâmicos. Não basta saber que a internet é talvez o único meio que congrega todo o processo de compra. Do despertar do interesse por um produto ou serviço a efetivação da transação. Para isso é necessário acompanhar as inovações deste meio e saber utilizá-las a seu favor.
De acordo com Sergio Coelho, diretor de planejamento da Midiaweb Inteligência Interativa, para realizar uma compra na internet o usuário passa por seis processos.  A diferença começa na fase em que o consumidor, na internet, pode realizar uma pesquisa sobre o objeto de interesse, pode “testá-lo” on-line, pode personalizá-lo e, por fim, pode realizar a compra. Todas essas etapas realizadas com simples cliques do mouse”, explica.
Para o consumidor todo esse processo é um fator facilitador criado pela internet, já para as empresas, segundo Coelho, é um desafio. Como fidelizar esse cliente durante o processo? Como ganhar a preferência deste consumidor diante de todas as possibilidades de escolha? “Acompanhar as tendências e novidades da internet é a melhor forma de não parar no tempo e ser deixado de lado. Existem recursos que a própria internet disponibiliza e podem ser usados a favor de uma marca”, conta.
Discutir esses assuntos e apresentar ferramentas e recursos que podem auxiliar na projeção de uma marca ou produto à frente do mercado são os objetivos da palestra “Do interesse à conversão”, ministrada por Sergio Coelho, sócio-diretor da agência. A palestra abordará os seguintes temas: Banners 2.0 utilizando-se de gadgets; Social Media; Search Marketing; Target Behavior; Branded Content; Conteúdo OnDemand; WebApps e Mashups; Comportamento do novo consumidor e Design e Usabilidade.
A palestra será realizada no dia 29 de julho às 13h, durante o Congresso de E-commerce, realizado pelo IQPC, empresa internacional de informação empresarial, em São Paulo.

Serviço:
Palestra: “Do interesse à conversão”
Palestrante: Sergio Coelho, diretor de planejamento da Midiaweb Inteligência Interativa
Data: 29 de julho
Horário: das 13h às 14h
Local: Staybrige Suítes Hotels, Rua Bandeira Paulista, 555 - SP
Informações: (11) 3463-5600.

23 de Julho12:20 am

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Postado por: midiaweb

O consumidor moderno e a Internet

No dia 18 de julho, o diretor de planejamento da Mídiaweb Inteligência Interativa, Sérgio Coelho, conduziu, em Curitiba, a palestra “O Consumidor Moderno e a Internet”. A apresentação foi promovida pela AHK Junior, ligada à Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha.
Sérgio Coelho falou sobre o panorama atual da Internet e abordou a influência das novas tecnologias e dos novos meios de acesso à rede, bem como tudo isso afeta direta e indiretamente o consumidor moderno. Coelho também destacou os diferentes perfis do consumidor brasileiro, a hiper-fragmentação da audiência e as novas tendências de exposição de marcas na mídia. Todos estes conceitos foram levados ao público presente de maneira dinâmica e ilustrada.
Compareceram ao evento associados da Câmara Junior, profissionais de marketing, estudantes de publicidade e interessados.

Sobre a AHK Junior:

A AHK Junior é uma associação sem fins lucrativos e que tem como objetivo estimular o crescimento pessoal e profissional de seus associados. Para isso, ela promove frequentemente eventos sociais, cursos e palestras.

Equipe da MW é convidada a participar do Google Developer’s Day

Nesta última sexta (27/06), o Google realizou em SP um importante evento destinado a profissionais web e parceiros . Entre outros assuntos foram debatidos e apresentados tecnologias que permitem a construção e utilização de aplicativos ou ‘gadgets’ utilizando as suas novas ferramentas de integração e manipulação de conteúdo.

Dentre os destaques podemos mencionar a nova plataforma mobile Android que aliada a todas as api’s providas pelo google e o pool de empresas que suportam o projeto, prometem bater de frente com tecnologias e aplicativos presentes em dispositivos como o iPhone.

A possibilidade de criação de aplicativos integrados e suportados pelo Google também teve destaque através do Google Apps. Onde foram expostas tendências de aplicativos voltados totalmente ao ambiente web que fazem com que cada vez menos precisemos instalar aplicativos em nossos computadores e utilizemos tudo através de repositórios web. Uma das dificuldades de aplicação deste conceito esbarrava na obrigatoriedade de estar conectado a todo tempo, no entanto a API Gears vem para trazer uma alternativa a usuários que não estão conectados a todo momento ou necessitam utilizar os aplicativos durante viagens ou até mesmo em lugares remotos de baixa conectividade.

Outro destaque é a possibilidade de cruzamento de redes sociais providos pelo conjunto de APIs chamado Open Social. O poder de auto relacionar todos os profiles de determinado usuário espalhado pelos diversos tipos de redes sociais, é capaz de trazer inúmeros benefícios a entrega de conteúdo e publicidades específicos a cada grupo de usuário.

Também não podemos deixar de mencionar a já consolidada API do youtube apresentada pela simpática Stephanie Liu, que mostrou de maneira muito divertida como o youtube pode se tornar o seu grande parceiro em streaming e armazenamento de video com todos os recursos oferecidos em seu site principal.

A Midiaweb vem estudando desde o final de 2007 todas estas APIs e integrações através das suas áreas de Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimentoe com certeza você poderá conferir todas estas novidades em nossos projetos que já estão em desenvolvimento.

16 de Maio4:53 pm

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Postado por: midiaweb

Publicidade por meio da internet vai crescer 18%

A publicidade mundial via internet representa uma indústria de US$ 35 bilhões e a estimativa de crescimento é de 18% ao ano.O crescimento da publicidade na web no Brasil, em 2007, foi de 46% em relação a 2006.

Dados revelam que a população brasileira ainda assiste mais à TV aberta (97%). As mídias mais acessadas após a tv é a exterior (84%) e o rádio (81%). O telefone celular e a internet atingem, representam, respectivamente, 63% e 36%.

Dos 31,9 milhões de aparelhos celulares com acesso à internet, somente três milhões utilizam o serviço no Brasil. Porém, os usuários são heavyusers (concentram todos os serviços nesse tipo de acesso).

Fonte: HSM

15 de Abril5:04 pm

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Conteúdo, copyright… onde está o valor das coisas?

Por Roberto Cassano

O guru Nicholas Negroponte, professor do MIT, previu há mais de uma década que haveria uma troca de papéis nas telecomunicações. O que tradicionalmente fluía pelo ar, como rádio e televisão, passaria a percorrer cabos (tv a cabo, rádios via internet etc). E o que nasceu como algo preso a fios - telefonia - se tornaria livre. Os celulares estão aí tocando sem parar nas salas de cinema para não nos deixar mentir.

No começo deste ano, outro visionário, o autor de A Cauda Longa e editor da Wired Chris Anderson, criou sua versão desta previsão: tudo o que nasceu pago ficará gratuito e vice-versa.

Ousado? Com certeza. Mas vejamos: a TV, além de livre, era gratuita. Agora é a cabo e paga. Os canais de rádio via satélite são pagos. Idem para as rádios online como o Pandora ou o Sonora, do Terra. Nunca se comprou tanta água engarrafada. E até o ar tem preço. O que são os créditos de carbono se não taxas que se paga para gastar/estragar o ar?

Produtos - de modems de banda larga a filtros e geladeirinhas - se transformam em serviços, por meio das soluções de comodato e aluguel. E os bens digitalizados imploram para ganhar o mundo, povoar a matrix, se espalhar como gremlins.

Tudo que se digitalizou - de livros e músicas a nossas próprias identidades e privacidade - perdeu o conceito de propriedade junto com os átomos que os compunham. Música já não se compra. Ou você aluga ou simplesmente copia. Junto com o Orkut, a pirataria foi um dos grandes vetores da inclusão digital no Brasil. Procure nos mercados populares por CDs piratas. Eles perdem cada vez mais espaço para os DVDs. Isso porque até o CD “genérico” de R$ 3 é caro perto de um clique no eMule. A pirataria é tão feia e errada como real e inevitável. Ignorar isso é fingir que aquele iceberg jamais afundaria um transatlântico como o nosso.

E tem mais. Digitalizado, o conteúdo pede não só para ganhar o mundo, mas para evoluir. Mudar, mitoses, meioses, osmoses, fagocitoses de idéias, imagens, sons… bricolagem frenética e digital. Criação coletiva, colaborativa. Máquina fazendo arte. Gente e máquina fazendo máquina. Um “eu” que vira “nós”. Um “nós” que vira “eu”. De quem é o conteúdo? Patente do quê? Quem se ousa se clamar “dono” da idéia? De quem é a foto do Corcovado? Se eu fotografo um quadro que é refeito em calda de chocolate por Vik Muniz e depois ganha versões nas mãos de anônimos e um camelô imprime e vende em Guadalajara, quem merece receber os direitos autorais?

Copyright é algo tão na moda quanto mullets e polainas. E não porque está errado. Simplesmente o mundo mudou. Não que ele precise ser abolido. Ele simplesmente não se aplica mais às regras do jogo.

Falando de negócios, estamos dizendo que o grande desafio dos proprietários de conteúdo é torná-los rentáveis de uma maneira sintonizada com o momento do mundo. E não como uma Durval Discos anacrônica.

Mas ainda é cedo para os produtores de átomos rirem de nós, seres digitais. Se ainda não existe a cópia em massa de átomos, tudo que é material virou commodity. Já não há diferença de fato entre tipos de arroz, tipos de carros, tipos de laptops. E as marcas, que assumiram a responsabilidade de diferenciar os produtos, estas sofrem com pirataria, clones, mudanças de humor do mercado.

O futuro, apostam os especialistas, está na customização em massa. Ou seja, produzir em larga escala produtos que rivalizam com os artesanais na capacidade de ser a cara do consumidor. Só que quando todos os produtos tiverem a minha cara, todos serão iguais (a mim). Um Apple e um Sony seriam a mesma coisa. Talvez com uma diferença de aura, de estilo, benefício acessível a um punhado de sortudas e bem-trabalhadas marcas.

Se uma ponte ou uma geladeira já não vale o que valia e se tudo que é digital se copia, onde está o valor? Eu aposto no artesanal. Não por ser tosco, barato. Nem por ser uma oportunidade de dar uma “esmola” a quem se esforça com calos nas mãos. O artesanal se destaca porque possui algo que nenhum MP3 baixado pelo Torrent nem nenhuma Louis Vuitton de camelô pode oferecer: uma história autêntica. É mais que o produto, é a história que ele percorreu até chegar a suas mãos. Veja o valor que você dá a estúpidos souvenires de viagem. Quanto vale aquele chaveirinho vagabundo que você comprou na Tailândia? Para você, uma fortuna.

Você não pode copiar uma história autêntica. Você não pode se apropriar da história de outro produto. Você pode até copiar a marca, mas o valor da marca não leva junto o valor da experiência de fazer parte da vida daquilo que se tem em mãos. Quanto você pagaria por uma cópia de um autógrafo?

Não se pirateia um repente. Uma bolsa de palha do Jalapão. Uma serenata sob a janela ou um pocket show do U2 na Quinta da Boa Vista. Não se pirateia ou patenteia experiência. Mil corridas de avião em plena enseada de Botafogo não mimetizariam um Red Bull Air Race. Você pode até forjar uma história, como fez brilhantemente o sorvete Haagen-Dazs, mas ela é sua, só sua. A experiência é o DNA do produto. Deixem o conteúdo correr. Deixem que se crie, que se recrie. Ninguém vai roubar aquilo que realmente tem valor para você: sua alma. Se você tiver uma, é claro.

Fonte: Webinsider

31 de Março5:36 pm

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Explosão no universo digital

Se o leitor imaginar que um byte seria equivalente a um átomo no universo digital dos computadores e da internet, seria possível dizer que o número de “átomos” digitais no universo cyber já ultrapassou o de estrelas no universo real. E esse número só faz se expandir. Quem arrisca essa comparação são os analistas da consultoria IDC, num estudo que aponta uma nova hiperexplosão digital para os próximos anos. Segundo o estudo, o universo digital comporta hoje, em informações, 281 exabytes, ou 281 bilhões de gigabytes - 10% além das expectativas mais gordas - e, dentro de três anos, esse número será multiplicado por dez.

E o que nós, brasileiros, temos a ver com isso? Muita coisa, ora. É que pelo menos uma das razões da explosão de dados digitais supracitada é o aumento do acesso ao ciberespaço nos países emergentes. E, quase ao mesmo tempo em que foi liberado o relatório, o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) divulgou um estudo mostrando avanços no uso de computadores pessoais e da internet no Brasil.

Mudança de perfil
O relatório do Cetic.br, que analisa como o brasileiro anda mexendo na grande rede, em casa ou alhures, aponta para uma mudança do perfil social do país nos últimos dois anos. Embora o uso da internet em residências se mantenha no nível dos 40%, a rede está chegando às classes menos favorecidas por meio de lugares como cibercafés e lan houses, que proliferam cada vez mais no país.

Democracia digital pode custar R$ 1 por hora
Entrar na internet nesses locais é a grande pedida para 49% dos ouvidos na pesquisa (foram estudadas 114 mil residências em várias cidades e entrevistadas 17 mil pessoas). Em 2006, esse número era bem menor - 30%. Na prática, isso significa que os usuários desse tipo de serviço já superam aqueles que acessam a rede da própria casa.

Há uma explicação simples para isso. “A lan house é um lugar onde o acesso é mais barato, custa em média R$1 por hora, e por isso se tornou muito procurada”, diz Mariana Balboni, gerente do Cetic.br. “Além disso, trata-se de um local onde não há restrições de acesso, ao contrário de um telecentro ou escola, onde não se pode navegar em certos websites.”

Outro indicador interessante é o aumento de computadores pessoais nos lares. Quase um quarto (24%) dos lares brasileiros já tem um computador. É claro que não dá para competir com a televisão, presente em 98% das casas, o rádio (89%) e o celular (74%, passando de longe os 45% de telefones fixos). Mas já é alguma coisa.

Ele é o rei
Nas casas, domina o PC de mesa
O computador de mesa ainda é o grande veículo para acessar a internet. Ele está presente em 98% das casas “informatizadas” abordadas na pesquisa do Cetic.br. O sistema operacional mais usado é o Windows (86%), contra 1% do Linux (que chega a 2% na faixa dos que recebem entre R$1.141 e R$1.900). 53% das pessoas dizem usar o computador todos os dias, contra 33% que o utilizam uma vez por semana. Entre quem nunca usou a internet, além dos 55% que dizem não saber mexer com isso, 31% afirmam não poder pagar o acesso à rede e 39% declararam não ter necessidade ou interesse.

Fonte: Gazeta do Povo

30 de Novembro10:55 am

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Do marketing ao branding

O livro de Augusto Nascimento e Robert Lauterborn chamado “Os 4 Es de Marketing e Branding” inicia sua trajetória contextualizando os leitores a respeito de fatos históricos, evoluções econômicas e sociais, além de traçar uma linha do tempo no que se refere à conceituação e prática de marketing.

Século XVIII: Predomina a escassez de bens de consumo e a falta de concorrentes.

Século XIX: Com a Revolução Francesa e a Revolução Industrial surge um novo modelo de organização das cidades, uma nova relação entre capital e trabalho se solidifica e também um novo público consumidor se forma (cultura de massa). No entanto, a maior parte dos produtos ainda não possui marca. Há a necessidade das empresas adequarem sua forma de comercialização e de produção para atender a demanda deste mercado em massa que se forma.

Século XX: Fabricantes começam a ter competidores e a marca já é vista como um diferencial utilizado para facilitar a lembrança do consumidor.

E é a partir da prática voltada ao mercado que os conceitos a respeito de marketing passam a ser pensados:

- “4 Ps”: foco em produto, preço, praça e promoção.
- Foco no cliente: Em 1965, Peter Drucker traz um novo conceito, que coloca o cliente como foco das organizações e dos negócios.
- Brand equity: Nos anos 80, a importância da marca já está consolidada e passa a ser vista como de grande valor pelas empresas.

Nos anos 90 três grandes linhas conceituais predominam, seja com foco no produto, clientes ou marca.

“Os 4 Es de Marketing e Branding” propõe uma revisão dos conceitos de marketing, que retoma a essência da definição do negócio, olhando-o a partir da visão do cliente, mas também incluindo a nova importância das marcas, bem como dos métodos para construí-las. Desta forma, passa-se do marketing ao branding.

A junção destes conceitos relacionados à importância do “vending” na busca de resultados e de valor à marca, somados ao mix de marketing como tarefas de marketing a serem realizadas pelos gerentes da organização, embasa o novo conceito denominado “4Es de branding”, que querem dizer: “entusiasmar funcionários, encantar clientes, enlouquecer concorrentes e enriquecer a todos”.

Este pode ser visto como um conceito sistêmico, no qual partes não são especialidades, e sim, componentes de algo maior, no qual as relações entre as partes “branding, marketing, vending, 4Es, 4 Ps e 2 Vs” permitem uma visão do todo, propiciando novas compreensões a respeito da organização.

Julianne Formighieri Fontoura
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