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16 de Maio4:53 pm

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Postado por: midiaweb

Publicidade por meio da internet vai crescer 18%

A publicidade mundial via internet representa uma indústria de US$ 35 bilhões e a estimativa de crescimento é de 18% ao ano.O crescimento da publicidade na web no Brasil, em 2007, foi de 46% em relação a 2006.

Dados revelam que a população brasileira ainda assiste mais à TV aberta (97%). As mídias mais acessadas após a tv é a exterior (84%) e o rádio (81%). O telefone celular e a internet atingem, representam, respectivamente, 63% e 36%.

Dos 31,9 milhões de aparelhos celulares com acesso à internet, somente três milhões utilizam o serviço no Brasil. Porém, os usuários são heavyusers (concentram todos os serviços nesse tipo de acesso).

Fonte: HSM

15 de Abril5:04 pm

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Postado por: midiaweb

Conteúdo, copyright… onde está o valor das coisas?

Por Roberto Cassano

O guru Nicholas Negroponte, professor do MIT, previu há mais de uma década que haveria uma troca de papéis nas telecomunicações. O que tradicionalmente fluía pelo ar, como rádio e televisão, passaria a percorrer cabos (tv a cabo, rádios via internet etc). E o que nasceu como algo preso a fios - telefonia - se tornaria livre. Os celulares estão aí tocando sem parar nas salas de cinema para não nos deixar mentir.

No começo deste ano, outro visionário, o autor de A Cauda Longa e editor da Wired Chris Anderson, criou sua versão desta previsão: tudo o que nasceu pago ficará gratuito e vice-versa.

Ousado? Com certeza. Mas vejamos: a TV, além de livre, era gratuita. Agora é a cabo e paga. Os canais de rádio via satélite são pagos. Idem para as rádios online como o Pandora ou o Sonora, do Terra. Nunca se comprou tanta água engarrafada. E até o ar tem preço. O que são os créditos de carbono se não taxas que se paga para gastar/estragar o ar?

Produtos - de modems de banda larga a filtros e geladeirinhas - se transformam em serviços, por meio das soluções de comodato e aluguel. E os bens digitalizados imploram para ganhar o mundo, povoar a matrix, se espalhar como gremlins.

Tudo que se digitalizou - de livros e músicas a nossas próprias identidades e privacidade - perdeu o conceito de propriedade junto com os átomos que os compunham. Música já não se compra. Ou você aluga ou simplesmente copia. Junto com o Orkut, a pirataria foi um dos grandes vetores da inclusão digital no Brasil. Procure nos mercados populares por CDs piratas. Eles perdem cada vez mais espaço para os DVDs. Isso porque até o CD “genérico” de R$ 3 é caro perto de um clique no eMule. A pirataria é tão feia e errada como real e inevitável. Ignorar isso é fingir que aquele iceberg jamais afundaria um transatlântico como o nosso.

E tem mais. Digitalizado, o conteúdo pede não só para ganhar o mundo, mas para evoluir. Mudar, mitoses, meioses, osmoses, fagocitoses de idéias, imagens, sons… bricolagem frenética e digital. Criação coletiva, colaborativa. Máquina fazendo arte. Gente e máquina fazendo máquina. Um “eu” que vira “nós”. Um “nós” que vira “eu”. De quem é o conteúdo? Patente do quê? Quem se ousa se clamar “dono” da idéia? De quem é a foto do Corcovado? Se eu fotografo um quadro que é refeito em calda de chocolate por Vik Muniz e depois ganha versões nas mãos de anônimos e um camelô imprime e vende em Guadalajara, quem merece receber os direitos autorais?

Copyright é algo tão na moda quanto mullets e polainas. E não porque está errado. Simplesmente o mundo mudou. Não que ele precise ser abolido. Ele simplesmente não se aplica mais às regras do jogo.

Falando de negócios, estamos dizendo que o grande desafio dos proprietários de conteúdo é torná-los rentáveis de uma maneira sintonizada com o momento do mundo. E não como uma Durval Discos anacrônica.

Mas ainda é cedo para os produtores de átomos rirem de nós, seres digitais. Se ainda não existe a cópia em massa de átomos, tudo que é material virou commodity. Já não há diferença de fato entre tipos de arroz, tipos de carros, tipos de laptops. E as marcas, que assumiram a responsabilidade de diferenciar os produtos, estas sofrem com pirataria, clones, mudanças de humor do mercado.

O futuro, apostam os especialistas, está na customização em massa. Ou seja, produzir em larga escala produtos que rivalizam com os artesanais na capacidade de ser a cara do consumidor. Só que quando todos os produtos tiverem a minha cara, todos serão iguais (a mim). Um Apple e um Sony seriam a mesma coisa. Talvez com uma diferença de aura, de estilo, benefício acessível a um punhado de sortudas e bem-trabalhadas marcas.

Se uma ponte ou uma geladeira já não vale o que valia e se tudo que é digital se copia, onde está o valor? Eu aposto no artesanal. Não por ser tosco, barato. Nem por ser uma oportunidade de dar uma “esmola” a quem se esforça com calos nas mãos. O artesanal se destaca porque possui algo que nenhum MP3 baixado pelo Torrent nem nenhuma Louis Vuitton de camelô pode oferecer: uma história autêntica. É mais que o produto, é a história que ele percorreu até chegar a suas mãos. Veja o valor que você dá a estúpidos souvenires de viagem. Quanto vale aquele chaveirinho vagabundo que você comprou na Tailândia? Para você, uma fortuna.

Você não pode copiar uma história autêntica. Você não pode se apropriar da história de outro produto. Você pode até copiar a marca, mas o valor da marca não leva junto o valor da experiência de fazer parte da vida daquilo que se tem em mãos. Quanto você pagaria por uma cópia de um autógrafo?

Não se pirateia um repente. Uma bolsa de palha do Jalapão. Uma serenata sob a janela ou um pocket show do U2 na Quinta da Boa Vista. Não se pirateia ou patenteia experiência. Mil corridas de avião em plena enseada de Botafogo não mimetizariam um Red Bull Air Race. Você pode até forjar uma história, como fez brilhantemente o sorvete Haagen-Dazs, mas ela é sua, só sua. A experiência é o DNA do produto. Deixem o conteúdo correr. Deixem que se crie, que se recrie. Ninguém vai roubar aquilo que realmente tem valor para você: sua alma. Se você tiver uma, é claro.

Fonte: Webinsider

31 de Março5:36 pm

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Postado por: midiaweb

Explosão no universo digital

Se o leitor imaginar que um byte seria equivalente a um átomo no universo digital dos computadores e da internet, seria possível dizer que o número de “átomos” digitais no universo cyber já ultrapassou o de estrelas no universo real. E esse número só faz se expandir. Quem arrisca essa comparação são os analistas da consultoria IDC, num estudo que aponta uma nova hiperexplosão digital para os próximos anos. Segundo o estudo, o universo digital comporta hoje, em informações, 281 exabytes, ou 281 bilhões de gigabytes - 10% além das expectativas mais gordas - e, dentro de três anos, esse número será multiplicado por dez.

E o que nós, brasileiros, temos a ver com isso? Muita coisa, ora. É que pelo menos uma das razões da explosão de dados digitais supracitada é o aumento do acesso ao ciberespaço nos países emergentes. E, quase ao mesmo tempo em que foi liberado o relatório, o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) divulgou um estudo mostrando avanços no uso de computadores pessoais e da internet no Brasil.

Mudança de perfil
O relatório do Cetic.br, que analisa como o brasileiro anda mexendo na grande rede, em casa ou alhures, aponta para uma mudança do perfil social do país nos últimos dois anos. Embora o uso da internet em residências se mantenha no nível dos 40%, a rede está chegando às classes menos favorecidas por meio de lugares como cibercafés e lan houses, que proliferam cada vez mais no país.

Democracia digital pode custar R$ 1 por hora
Entrar na internet nesses locais é a grande pedida para 49% dos ouvidos na pesquisa (foram estudadas 114 mil residências em várias cidades e entrevistadas 17 mil pessoas). Em 2006, esse número era bem menor - 30%. Na prática, isso significa que os usuários desse tipo de serviço já superam aqueles que acessam a rede da própria casa.

Há uma explicação simples para isso. “A lan house é um lugar onde o acesso é mais barato, custa em média R$1 por hora, e por isso se tornou muito procurada”, diz Mariana Balboni, gerente do Cetic.br. “Além disso, trata-se de um local onde não há restrições de acesso, ao contrário de um telecentro ou escola, onde não se pode navegar em certos websites.”

Outro indicador interessante é o aumento de computadores pessoais nos lares. Quase um quarto (24%) dos lares brasileiros já tem um computador. É claro que não dá para competir com a televisão, presente em 98% das casas, o rádio (89%) e o celular (74%, passando de longe os 45% de telefones fixos). Mas já é alguma coisa.

Ele é o rei
Nas casas, domina o PC de mesa
O computador de mesa ainda é o grande veículo para acessar a internet. Ele está presente em 98% das casas “informatizadas” abordadas na pesquisa do Cetic.br. O sistema operacional mais usado é o Windows (86%), contra 1% do Linux (que chega a 2% na faixa dos que recebem entre R$1.141 e R$1.900). 53% das pessoas dizem usar o computador todos os dias, contra 33% que o utilizam uma vez por semana. Entre quem nunca usou a internet, além dos 55% que dizem não saber mexer com isso, 31% afirmam não poder pagar o acesso à rede e 39% declararam não ter necessidade ou interesse.

Fonte: Gazeta do Povo

31 de Março5:21 pm

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Postado por: midiaweb

Internet vive seu “maior boom” no Brasil

O número de internautas residenciais no Brasil atingiu em fevereiro 22 milhões de pessoas, um aumento de 56,7% em relação ao mesmo mês de 2007. Os dados são de pesquisa feita pelo Ibope/NetRatings e divulgada nesta quarta-feira (26).

Segundo a pesquisa, o Brasil vive “o maior boom” de crescimento em número de acessos residenciais à Internet desde 2000, quando a medição começou a ser feita, de acordo com comunicado distribuído à imprensa.

No início de 2007, o Brasil tinha cerca de 14 milhões de usuários ativos residenciais, de acordo com a pesquisa. Ao longo do ano passado, o país adicionou 7,1 milhões de usuários ativos, o que, segundo a parceria Ibope/NetRatings, foi o maior crescimento entre 10 países pesquisados.

Os Estados Unidos, considerados um mercado mais maduro, adicionaram 4 milhões de usuários. No mesmo período, a França teve um crescimento de 3,2 milhões de internautas.

Incentivo

Medidas de incentivo fiscal do governo à aquisição de microcomputadores, desde 2005, estão impulsionando o número de internautas residenciais no país, já que a falta da máquina era um dos entraves à conexão domiciliar. A explicação é de José Calazans, analista de mídia do Ibope.

Segundo ele, “o porcentual de crescimento está aumentando mês a mês”, já que em janeiro o salto foi de 50% em 12 meses e, em dezembro, havia sido de cerca de 40%.

Para ele, além do aumento na venda de PCs - que conta também com a ajuda da melhora na renda média da população - existe “um motivo indireto”: a proliferação de locais públicos de acesso à rede mundial, como telecentros e lan houses no país, o que contribui para popularizar a web.

“Uma vez que o usuário se acostuma com a internet, ele passa a querer ter acesso em sua casa também”, explica Calazans.

Tempo médio - O Ibope atualizou o número de pessoas com acesso à Internet em qualquer local — residência, telecentros ou lan houses - para 40 milhões no último trimestre de 2007, o que equivale a um crescimento de 21,27% sobre o mesmo período de 2006, quando era de 32,9 milhões de pessoas.

O tempo médio de navegação do brasileiro em casa subiu 3 horas e 17 minutos em fevereiro deste ano, comparado ao mesmo mês de 2007, para 22 horas e 24 minutos. O resultado coloca o Brasil como o país de maior tempo de navegação entre os pesquisados. O segundo maior colocado são os Estados Unidos, cujo tempo médio foi 19 horas e 52 minutos.

Fonte: Gazeta do Povo

25 de Março5:55 pm

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Postado por: midiaweb

A chave do sucesso é garantir que o mix entre físico e digital não confunda o usuário

Por Marcos Nähr

Outro dia estava numa livraria pensando nas diferenças entre compras online e no mundo real.

Além das facilidades do mundo online de se comparar preços e pesquisar em diferentes livrarias online, estava também pensando na experiência qualitativa por trás destas interações.

Segurar um livro e folhear suas páginas. Existe algo especial nesta experiência física que não pode ser substituída por Ajax ou Flash (ou o novo Silverlight). Ao menos para aqueles (meu caso) que primeiro aprenderam a lidar com o mundo físico e depois conheceram o mundo digital.

Mas todos concordamos que com a velocidade com que tudo “vai para dentro do computador”, não vai demorar muito para que surja uma geração que não terá a oportunidade de comprar um livro em uma livraria como nós fazemos hoje.

Hoje em dia o que percebemos é uma série de tentativas de se passar coisas e conceitos do mundo físico que nos são familiares para o mundo digital.

Vamos pensar em algumas destas tentativas e analisar o que funciona e o que não funciona.

Nosso primeiro exemplo é o catálogo online da Dell Computadores nos Estados Unidos.

É uma “publicação” mensal, com os lançamentos e promoções em destaque. O site é implementado em Flash e combina elementos tradicionais de um catálogo com soluções digitais inovadoras que produzem uma experiência nova aos usuários. Ele realmente parece um catálogo real, pela sua forma e pela possibilidade de folhear pelas páginas. O catálogo disponibiliza uma mistura de conteúdo estático e interativo. O conteúdo parece o que você encontraria em um típico catálogo da empresa, mas ele agrega elementos de interatividade. O fato desta implementação utilizar elementos do mundo físico é interessante, mas o que mais impressiona é a adição natural e intuitiva de elementos interativos, somente possível no mundo digital.

Muito antes de a Dell adicionar uma sensação de “mundo real” ao seu catálogo eletrônico, pesquisadores já faziam o oposto - trazer a sensação digital para um dos nossos objetos mais conhecidos e apreciados, o papel. O papel eletrônico, ou e-paper, começou a ser desenvolvido por volta de 1970 na Xerox. De acordo com a Wikipedia, as futuras aplicações incluem livros e-paper - capazes de agrupar versões digitais de vários livros, com um deles sendo mostrado na tela de cada vez. Quando isto acontecer em uma escala comercial, nós vamos folhear um livro digital e também interagir com ele como interagimos hoje em uma página da web, usando gestos.

Isto nos leva para o próximo capítulo na corrida para mesclar o físico e o digital - o iPhone. A Apple tem se mostrado uma das empresas de ponta no aspecto reinvenção. Eles se reinventaram com o iPod e parece terem conseguido novamente com o iPhone (existem divergências neste ponto, mas não vou entrar nesta discussão agora).

A maioria de nós ainda não pôde experimentar a tecnologia multi touch do iPhone ou do recém lançado iPod Touch, mas ao que parece a Apple lançou no mercado uma maneira realmente nova de se interagir com as informações digitais. Uma das disposições da Apple é justamente redefinir nossa experiência digital, fazendo com que objetos digitais pareçam e se comportem como seus “primos” do mundo físico.

Isto não significa prometer uma interface com o usuário e um objeto para se brincar, significa criar coisas tão intuitivas quanto àquelas do mundo real.

Tentar mesclar e reconciliar nossas experiências nos mundos digital e físico não é algo fácil e trivial. Muitas tecnologias estão tentando criar uma combinação que produza uma experiência do usuário ao mesmo tempo consistente, simples e rica.

Os objetos no mundo real obedecem às leis da física. Os objetos no mundo digital obedecem… Bom, pelo menos as leis do bom design. Já as leis dos híbridos ainda não foram totalmente formuladas.

A chave do sucesso é garantir que este mix entre físico e digital não confunda o usuário. Elementos que se utilizam deste mix devem se comportar da maneira que se espera que eles se comportem. Inventar novas maneiras de “remixar” elementos, mantendo os usuários felizes e satisfeitos, é o que estas novas tecnologias devem se preocupar em fazer.

Fonte: Webinsider

Saiba o que fazer quando o assunto for otimização para Buscadores e como utilizar isso como ferramenta de marketing on-line

O que esperar das ações de SEO (Search Engine Optimization) realizadas pelas agências de internet hoje em dia? Será que são realmente efetivas, dão resultado? São perguntas muito freqüentes na cabeça de gerentes de marketing que têm sua conta administrada por uma agência de Mídia On-line.

Para sobreviver na selva digital da disputa pelo melhor ranking e posicionamento nos buscadores (Google/Yahoo), existem algumas leis básicas que um profissional de SEO deve comentar ao defender esta estratégia ao seu cliente. E se você tiver que contratar este serviço, abra o olho para alguns detalhes que fazem a diferença.

Não se deve acreditar que o processo de Otimização é algo rápido, que você faz uma vez e o resultado é eterno, isso são ilusões que devem ser eliminadas da cabeça do cliente desde o começo da relação. Para tudo nesta vida é necessário trabalho e persistência, não seria diferente com o SEO. Isso provoca uma expectativa errônea, gera insatisfação e resultados frustrantes. Controlar expectativas, é saber gerenciar.

Para que o resultado seja efetivo temos algumas fases a cumprir:

Atitudes On-page
01 - Análise das condições atuais dos desempenhos do site.
02 - Solução dos problemas técnicos (links quebrados, inclusão das meta-tags, a codificação deve estar no padrão W3C, títulos das páginas coerentes com o contexto do conteúdo, notas de rodapé, sitemap, conteúdo relevante e etc.)
03 - Conexão com o Google Analytics.

Atitudes Off-page
01 - Definição das palavras-chave que transmitem o contexto do site e/ou demonstram o modelo de negócio.
02 - Análise da concorrência nas 3 primeiras páginas do Buscador, ou seja, é necessário ver quem está utilizando as palavras-chave e está obtendo bons resultados. Por que eles estão lá?
03 - Procure boas parcerias, geralmente em páginas populares, pois essas transmitem o know-how para seu site.
04 - Procure por popularidade de link, divulgue seu website de todas as formas. Assine seu e-mail e de seus funcionários com o link do site, crie campanhas para gerar tráfego e busque resultados cada vez maiores.

Como disse anteriormente não tenho pretensão de demonstrar tudo o que deve ser feito em caso de ações de SEO e sim nortear as pessoas que estão se envolvendo agora nestes processos. Estes procedimentos são complexos e requerem literatura específica para maior entendimento.

Existe também um trabalho contínuo de manutenção do desempenho do site e da vida dele em relação aos sistemas de busca. Um acompanhamento periódico da performance das palavras-chave inicialmente escolhidas deve ser feito, juntamente com uma renovação do conteúdo e busca por novas formas de ser encontrado pelos crowlers (robôs de indexação). Ou seja, é preciso reiniciar o ciclo com novas palavras-chave, aumentando assim a possibilidade dos buscadores indexarem seu website. Mas lembre-se: você deve aumentar o volume de palavras e não substituí-las, pois o trabalho anterior seria perdido.

Estes serviços devem ser prestados com seriedade e atenção. E, no caso de você ser o cliente, é preciso ter a cabeça aberta às contribuições dos profissionais especializados, pois o interesse em melhorar seus resultados visa também manter seus investimentos nestas ações. Assim, todos os lados saem ganhando.

Flávio Vidigal
Criação e Gestão de Mídia
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Novo site da Copel privilegiará organização das informações

Midiaweb ganha mais uma das grandes!

A Copel (Companhia de Energia Elétrica do Paraná) ciente do importante papel da internet no relacionamento com a comunidade, seus consumidores, parceiros e investidores, decidiu fazer uma completa reformulação de todos os seus websites.

Uma nova arquitetura de informação foi cuidadosamente planejada, a fim de disponibilizar o conteúdo da melhor forma possível aos usuários. A criação também está a todo vapor no desenvolvimento de uma nova linha gráfica. Além disso, todo o processo será realizado para que deficientes visuais também tenham acesso às informações através do site. Outro aspecto interessante é o simulador de consumo, ou seja, a pessoa poderá ver quanto de energia determinado produto gasta por mês.

O projeto todo envolve os seguintes websites: Copel.com, Copel Telecom e Agência Virtual. Esta última, que tem um importante papel na prestação de serviços à comunidade, também está sendo reformulada para facilitar, por exemplo, a vida daqueles que tiram o extrato de consumo de energia pela internet.

Aguarde para conferir as novidades!

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