Mídiaweb - Blog

Ver mais sobre o novo site da Oi Internet.
Assine nosso Feed RSS

Últimas Notícias

29 de Abril5:30 pm

Comente!

Postado por: midiaweb

Havan prestigia mães com dicas de beleza e descontos especiais

Além de divulgar produtos especialmente selecionados para o Dia das Mães, a ação on-line - criada pela Midiaweb para a loja de departamentos Havan - irá oferecer um conteúdo relevante ao público feminino e ainda disponibilizar ferramentas para que os filhos possam homenageá-las.Todas as mães que visitarem o hotsite poderão receber, enviar e comentar sobre as mais variadas dicas de beleza. Os filhos, por sua vez, poderão presenteá-las com cartões personalizados e recados postados em um mural virtual. Além disso, mães e filhos podem desfrutar de descontos especiais na loja virtual da Havan.

A fim de fortalecer ainda mais a relação da Havan com seu público, a idéia é que o hotsite ganhe vida após o Dia das Mães e continue no ar entregando às consumidoras informações interessantes sobre o universo feminino e vinculando produtos de qualidade.

Confira agora o novo hotsite da Havan

17 de Abril10:11 am

Comente!

Postado por: midiaweb

Estudo diz que grandes empresas não fazem SEO

Fonte: Redação SEMBrasil

Grandes empresas investem pouco em Search Engine Optimization (SEO). A conclusão é de um estudo da Fox Networks, divisão on-line da Fox International Channels.

O documento informa que, entre os sites das 50 empresas que mais investem em publicidade, 68% não possuem títulos otimizados nas páginas de busca e 28% possuem títulos diferenciados. Entretanto, o índice não tem relação com o conteúdo da página.

Para o diretor da divisão Fox Networks no Brasil, Bernardo Hohagen, a constatação de que apenas dois sites estão utilizando corretamente este princípio básico de SEO é surpreendente. “Títulos diferentes e relevantes ao conteúdo da página exibida são necessários para se obter uma maior probabilidade de figurar entre as primeiras posições dos resultados de busca”, analisa.

Thiago Bacchin, Diretor de Cadastra, afirma que SEO vai muito além de adequar os títulos das páginas, mas que dá uma base para saber se a empresa está preocupada com o posicionamento na busca natural (orgânica) dos buscadores como Google e Yahoo!.

Entretanto, para Bacchin, este quadro está mudando. “As grandes empresas estão incluindo em seus planejamentos de marketing e comunicação os serviços de SEO, a demanda está muito grande nos últimos meses”, afirma.

“Depois de praticamente dois anos de predomínio de pedidos de orçamentos e propostas de administração de campanhas de links patrocinados, nossa agência tem recebido mais pedidos de consultoria em projetos de otimização”, destaca Bacchin.

Fonte: SEMBrasil

15 de Abril5:04 pm

1 Comentário

Postado por: midiaweb

Conteúdo, copyright… onde está o valor das coisas?

Por Roberto Cassano

O guru Nicholas Negroponte, professor do MIT, previu há mais de uma década que haveria uma troca de papéis nas telecomunicações. O que tradicionalmente fluía pelo ar, como rádio e televisão, passaria a percorrer cabos (tv a cabo, rádios via internet etc). E o que nasceu como algo preso a fios - telefonia - se tornaria livre. Os celulares estão aí tocando sem parar nas salas de cinema para não nos deixar mentir.

No começo deste ano, outro visionário, o autor de A Cauda Longa e editor da Wired Chris Anderson, criou sua versão desta previsão: tudo o que nasceu pago ficará gratuito e vice-versa.

Ousado? Com certeza. Mas vejamos: a TV, além de livre, era gratuita. Agora é a cabo e paga. Os canais de rádio via satélite são pagos. Idem para as rádios online como o Pandora ou o Sonora, do Terra. Nunca se comprou tanta água engarrafada. E até o ar tem preço. O que são os créditos de carbono se não taxas que se paga para gastar/estragar o ar?

Produtos - de modems de banda larga a filtros e geladeirinhas - se transformam em serviços, por meio das soluções de comodato e aluguel. E os bens digitalizados imploram para ganhar o mundo, povoar a matrix, se espalhar como gremlins.

Tudo que se digitalizou - de livros e músicas a nossas próprias identidades e privacidade - perdeu o conceito de propriedade junto com os átomos que os compunham. Música já não se compra. Ou você aluga ou simplesmente copia. Junto com o Orkut, a pirataria foi um dos grandes vetores da inclusão digital no Brasil. Procure nos mercados populares por CDs piratas. Eles perdem cada vez mais espaço para os DVDs. Isso porque até o CD “genérico” de R$ 3 é caro perto de um clique no eMule. A pirataria é tão feia e errada como real e inevitável. Ignorar isso é fingir que aquele iceberg jamais afundaria um transatlântico como o nosso.

E tem mais. Digitalizado, o conteúdo pede não só para ganhar o mundo, mas para evoluir. Mudar, mitoses, meioses, osmoses, fagocitoses de idéias, imagens, sons… bricolagem frenética e digital. Criação coletiva, colaborativa. Máquina fazendo arte. Gente e máquina fazendo máquina. Um “eu” que vira “nós”. Um “nós” que vira “eu”. De quem é o conteúdo? Patente do quê? Quem se ousa se clamar “dono” da idéia? De quem é a foto do Corcovado? Se eu fotografo um quadro que é refeito em calda de chocolate por Vik Muniz e depois ganha versões nas mãos de anônimos e um camelô imprime e vende em Guadalajara, quem merece receber os direitos autorais?

Copyright é algo tão na moda quanto mullets e polainas. E não porque está errado. Simplesmente o mundo mudou. Não que ele precise ser abolido. Ele simplesmente não se aplica mais às regras do jogo.

Falando de negócios, estamos dizendo que o grande desafio dos proprietários de conteúdo é torná-los rentáveis de uma maneira sintonizada com o momento do mundo. E não como uma Durval Discos anacrônica.

Mas ainda é cedo para os produtores de átomos rirem de nós, seres digitais. Se ainda não existe a cópia em massa de átomos, tudo que é material virou commodity. Já não há diferença de fato entre tipos de arroz, tipos de carros, tipos de laptops. E as marcas, que assumiram a responsabilidade de diferenciar os produtos, estas sofrem com pirataria, clones, mudanças de humor do mercado.

O futuro, apostam os especialistas, está na customização em massa. Ou seja, produzir em larga escala produtos que rivalizam com os artesanais na capacidade de ser a cara do consumidor. Só que quando todos os produtos tiverem a minha cara, todos serão iguais (a mim). Um Apple e um Sony seriam a mesma coisa. Talvez com uma diferença de aura, de estilo, benefício acessível a um punhado de sortudas e bem-trabalhadas marcas.

Se uma ponte ou uma geladeira já não vale o que valia e se tudo que é digital se copia, onde está o valor? Eu aposto no artesanal. Não por ser tosco, barato. Nem por ser uma oportunidade de dar uma “esmola” a quem se esforça com calos nas mãos. O artesanal se destaca porque possui algo que nenhum MP3 baixado pelo Torrent nem nenhuma Louis Vuitton de camelô pode oferecer: uma história autêntica. É mais que o produto, é a história que ele percorreu até chegar a suas mãos. Veja o valor que você dá a estúpidos souvenires de viagem. Quanto vale aquele chaveirinho vagabundo que você comprou na Tailândia? Para você, uma fortuna.

Você não pode copiar uma história autêntica. Você não pode se apropriar da história de outro produto. Você pode até copiar a marca, mas o valor da marca não leva junto o valor da experiência de fazer parte da vida daquilo que se tem em mãos. Quanto você pagaria por uma cópia de um autógrafo?

Não se pirateia um repente. Uma bolsa de palha do Jalapão. Uma serenata sob a janela ou um pocket show do U2 na Quinta da Boa Vista. Não se pirateia ou patenteia experiência. Mil corridas de avião em plena enseada de Botafogo não mimetizariam um Red Bull Air Race. Você pode até forjar uma história, como fez brilhantemente o sorvete Haagen-Dazs, mas ela é sua, só sua. A experiência é o DNA do produto. Deixem o conteúdo correr. Deixem que se crie, que se recrie. Ninguém vai roubar aquilo que realmente tem valor para você: sua alma. Se você tiver uma, é claro.

Fonte: Webinsider

Mídiaweb - Agência Interativa

Mídiaweb - Agência Interativa - Blog

© 2008 Midiaweb — Todos os direitos reservados. Rua Fernando Amaro, 280 / Alto da XV / Curitiba / Paraná / Brasil — Fone: +55 41 3362.5858