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31 de Março5:36 pm

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Postado por: midiaweb

Explosão no universo digital

Se o leitor imaginar que um byte seria equivalente a um átomo no universo digital dos computadores e da internet, seria possível dizer que o número de “átomos” digitais no universo cyber já ultrapassou o de estrelas no universo real. E esse número só faz se expandir. Quem arrisca essa comparação são os analistas da consultoria IDC, num estudo que aponta uma nova hiperexplosão digital para os próximos anos. Segundo o estudo, o universo digital comporta hoje, em informações, 281 exabytes, ou 281 bilhões de gigabytes - 10% além das expectativas mais gordas - e, dentro de três anos, esse número será multiplicado por dez.

E o que nós, brasileiros, temos a ver com isso? Muita coisa, ora. É que pelo menos uma das razões da explosão de dados digitais supracitada é o aumento do acesso ao ciberespaço nos países emergentes. E, quase ao mesmo tempo em que foi liberado o relatório, o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) divulgou um estudo mostrando avanços no uso de computadores pessoais e da internet no Brasil.

Mudança de perfil
O relatório do Cetic.br, que analisa como o brasileiro anda mexendo na grande rede, em casa ou alhures, aponta para uma mudança do perfil social do país nos últimos dois anos. Embora o uso da internet em residências se mantenha no nível dos 40%, a rede está chegando às classes menos favorecidas por meio de lugares como cibercafés e lan houses, que proliferam cada vez mais no país.

Democracia digital pode custar R$ 1 por hora
Entrar na internet nesses locais é a grande pedida para 49% dos ouvidos na pesquisa (foram estudadas 114 mil residências em várias cidades e entrevistadas 17 mil pessoas). Em 2006, esse número era bem menor - 30%. Na prática, isso significa que os usuários desse tipo de serviço já superam aqueles que acessam a rede da própria casa.

Há uma explicação simples para isso. “A lan house é um lugar onde o acesso é mais barato, custa em média R$1 por hora, e por isso se tornou muito procurada”, diz Mariana Balboni, gerente do Cetic.br. “Além disso, trata-se de um local onde não há restrições de acesso, ao contrário de um telecentro ou escola, onde não se pode navegar em certos websites.”

Outro indicador interessante é o aumento de computadores pessoais nos lares. Quase um quarto (24%) dos lares brasileiros já tem um computador. É claro que não dá para competir com a televisão, presente em 98% das casas, o rádio (89%) e o celular (74%, passando de longe os 45% de telefones fixos). Mas já é alguma coisa.

Ele é o rei
Nas casas, domina o PC de mesa
O computador de mesa ainda é o grande veículo para acessar a internet. Ele está presente em 98% das casas “informatizadas” abordadas na pesquisa do Cetic.br. O sistema operacional mais usado é o Windows (86%), contra 1% do Linux (que chega a 2% na faixa dos que recebem entre R$1.141 e R$1.900). 53% das pessoas dizem usar o computador todos os dias, contra 33% que o utilizam uma vez por semana. Entre quem nunca usou a internet, além dos 55% que dizem não saber mexer com isso, 31% afirmam não poder pagar o acesso à rede e 39% declararam não ter necessidade ou interesse.

Fonte: Gazeta do Povo

31 de Março5:21 pm

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Postado por: midiaweb

Internet vive seu “maior boom” no Brasil

O número de internautas residenciais no Brasil atingiu em fevereiro 22 milhões de pessoas, um aumento de 56,7% em relação ao mesmo mês de 2007. Os dados são de pesquisa feita pelo Ibope/NetRatings e divulgada nesta quarta-feira (26).

Segundo a pesquisa, o Brasil vive “o maior boom” de crescimento em número de acessos residenciais à Internet desde 2000, quando a medição começou a ser feita, de acordo com comunicado distribuído à imprensa.

No início de 2007, o Brasil tinha cerca de 14 milhões de usuários ativos residenciais, de acordo com a pesquisa. Ao longo do ano passado, o país adicionou 7,1 milhões de usuários ativos, o que, segundo a parceria Ibope/NetRatings, foi o maior crescimento entre 10 países pesquisados.

Os Estados Unidos, considerados um mercado mais maduro, adicionaram 4 milhões de usuários. No mesmo período, a França teve um crescimento de 3,2 milhões de internautas.

Incentivo

Medidas de incentivo fiscal do governo à aquisição de microcomputadores, desde 2005, estão impulsionando o número de internautas residenciais no país, já que a falta da máquina era um dos entraves à conexão domiciliar. A explicação é de José Calazans, analista de mídia do Ibope.

Segundo ele, “o porcentual de crescimento está aumentando mês a mês”, já que em janeiro o salto foi de 50% em 12 meses e, em dezembro, havia sido de cerca de 40%.

Para ele, além do aumento na venda de PCs - que conta também com a ajuda da melhora na renda média da população - existe “um motivo indireto”: a proliferação de locais públicos de acesso à rede mundial, como telecentros e lan houses no país, o que contribui para popularizar a web.

“Uma vez que o usuário se acostuma com a internet, ele passa a querer ter acesso em sua casa também”, explica Calazans.

Tempo médio - O Ibope atualizou o número de pessoas com acesso à Internet em qualquer local — residência, telecentros ou lan houses - para 40 milhões no último trimestre de 2007, o que equivale a um crescimento de 21,27% sobre o mesmo período de 2006, quando era de 32,9 milhões de pessoas.

O tempo médio de navegação do brasileiro em casa subiu 3 horas e 17 minutos em fevereiro deste ano, comparado ao mesmo mês de 2007, para 22 horas e 24 minutos. O resultado coloca o Brasil como o país de maior tempo de navegação entre os pesquisados. O segundo maior colocado são os Estados Unidos, cujo tempo médio foi 19 horas e 52 minutos.

Fonte: Gazeta do Povo

25 de Março5:55 pm

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Postado por: midiaweb

A chave do sucesso é garantir que o mix entre físico e digital não confunda o usuário

Por Marcos Nähr

Outro dia estava numa livraria pensando nas diferenças entre compras online e no mundo real.

Além das facilidades do mundo online de se comparar preços e pesquisar em diferentes livrarias online, estava também pensando na experiência qualitativa por trás destas interações.

Segurar um livro e folhear suas páginas. Existe algo especial nesta experiência física que não pode ser substituída por Ajax ou Flash (ou o novo Silverlight). Ao menos para aqueles (meu caso) que primeiro aprenderam a lidar com o mundo físico e depois conheceram o mundo digital.

Mas todos concordamos que com a velocidade com que tudo “vai para dentro do computador”, não vai demorar muito para que surja uma geração que não terá a oportunidade de comprar um livro em uma livraria como nós fazemos hoje.

Hoje em dia o que percebemos é uma série de tentativas de se passar coisas e conceitos do mundo físico que nos são familiares para o mundo digital.

Vamos pensar em algumas destas tentativas e analisar o que funciona e o que não funciona.

Nosso primeiro exemplo é o catálogo online da Dell Computadores nos Estados Unidos.

É uma “publicação” mensal, com os lançamentos e promoções em destaque. O site é implementado em Flash e combina elementos tradicionais de um catálogo com soluções digitais inovadoras que produzem uma experiência nova aos usuários. Ele realmente parece um catálogo real, pela sua forma e pela possibilidade de folhear pelas páginas. O catálogo disponibiliza uma mistura de conteúdo estático e interativo. O conteúdo parece o que você encontraria em um típico catálogo da empresa, mas ele agrega elementos de interatividade. O fato desta implementação utilizar elementos do mundo físico é interessante, mas o que mais impressiona é a adição natural e intuitiva de elementos interativos, somente possível no mundo digital.

Muito antes de a Dell adicionar uma sensação de “mundo real” ao seu catálogo eletrônico, pesquisadores já faziam o oposto - trazer a sensação digital para um dos nossos objetos mais conhecidos e apreciados, o papel. O papel eletrônico, ou e-paper, começou a ser desenvolvido por volta de 1970 na Xerox. De acordo com a Wikipedia, as futuras aplicações incluem livros e-paper - capazes de agrupar versões digitais de vários livros, com um deles sendo mostrado na tela de cada vez. Quando isto acontecer em uma escala comercial, nós vamos folhear um livro digital e também interagir com ele como interagimos hoje em uma página da web, usando gestos.

Isto nos leva para o próximo capítulo na corrida para mesclar o físico e o digital - o iPhone. A Apple tem se mostrado uma das empresas de ponta no aspecto reinvenção. Eles se reinventaram com o iPod e parece terem conseguido novamente com o iPhone (existem divergências neste ponto, mas não vou entrar nesta discussão agora).

A maioria de nós ainda não pôde experimentar a tecnologia multi touch do iPhone ou do recém lançado iPod Touch, mas ao que parece a Apple lançou no mercado uma maneira realmente nova de se interagir com as informações digitais. Uma das disposições da Apple é justamente redefinir nossa experiência digital, fazendo com que objetos digitais pareçam e se comportem como seus “primos” do mundo físico.

Isto não significa prometer uma interface com o usuário e um objeto para se brincar, significa criar coisas tão intuitivas quanto àquelas do mundo real.

Tentar mesclar e reconciliar nossas experiências nos mundos digital e físico não é algo fácil e trivial. Muitas tecnologias estão tentando criar uma combinação que produza uma experiência do usuário ao mesmo tempo consistente, simples e rica.

Os objetos no mundo real obedecem às leis da física. Os objetos no mundo digital obedecem… Bom, pelo menos as leis do bom design. Já as leis dos híbridos ainda não foram totalmente formuladas.

A chave do sucesso é garantir que este mix entre físico e digital não confunda o usuário. Elementos que se utilizam deste mix devem se comportar da maneira que se espera que eles se comportem. Inventar novas maneiras de “remixar” elementos, mantendo os usuários felizes e satisfeitos, é o que estas novas tecnologias devem se preocupar em fazer.

Fonte: Webinsider

18 de Março11:06 am

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Postado por: midiaweb

Ação online divulga conquista histórica do CAP

Record CAP
Após 59 anos, o Clube Atlético Paranaense conseguiu superar seu recorde de vitórias consecutivas, desta vez foram 12 em um mesmo campeonato. Em 1949, o time havia vencido 11 jogos seguidos, ficando marcado como uma equipe de garra e talento, conquistando o apelido de Furacão.

O CAP promoveu uma comemoração especial que contou com a presença dos atletas de 1949 e de 2008. A conquista também mereceu uma bela ação online - uma linha do tempo na qual é possível acompanhar comparativamente, jogo a jogo a trajetória de 49 com a deste ano. São diversas informações sobre o feito e a superação em 2008, ilustradas com fotos dos jogadores, vídeos, curiosidades, notícias, manchetes da época e atuais, além de estatísticas como: placares, faltas, escanteios, impedimentos e anulações.

A façanha aconteceu dia 20 de fevereiro quando o time enfrentou o Cianorte, pelo Campeonato Paranaense.

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