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E a tal da Social Media?
Se procurarmos no Google, a primeira ocorrência que vemos para Social Media é: “alavancar uma marca, produto ou serviço utilizando as conexões interpessoais existentes em redes sociais, criando novas conexões”.
Legal. Isso quer dizer responder comentários que as pessoas fazem em fóruns, Orkut, YouTube e etc? Pode ser uma das ações, mas o trabalho de marketing em Social Media está bem longe de se resumir a isso.
A internet mudou a forma de distribuição da informação
Hoje, todo mundo pode falar e ser ouvido, diferente de quando a comunicação vinha de cima para baixo. Os meios de comunicação impunham suas opiniões e todos tomavam isso como verdade. Na Internet isso funciona um pouco diferente. Posso postar um texto sobre marca x, mostrar fotos do produto y e até criar uma rede amigos para comprarmos juntos o produto z e obtermos desconto.
E se pudéssemos usar a influência de pessoas que escrevem sobre determinado tema a nosso favor? Sustentabilidade, por exemplo. Se uma ONG Ambiental divulga um texto (espontaneamente ou não) afirmando que a empresa X respeita a natureza, seus leitores acreditarão facilmente na informação. Com certeza será um impacto maior do que a própria empresa se vendendo como ambientalmente correta, concordam?
Outro caso. E se pudéssemos dirigir comunicações para estudantes de engenharia de todo o Brasil, sobre sua futura profissão e ainda receber feedbacks e dúvidas? Isso tudo em um único local (a Internet), sem precisar de pontes ou intermediários, levando a informação certa ao nicho certo.
Mais ainda: e se pudéssemos realizar ações que gerassem buzz, motivando a blogueiros, usuários de redes sociais e sites e a imprensa em geral a produzir espontaneamente materiais sobre sua marca?
Isso tudo é ou utiliza Social Media.
Ou seja, Social Media baseia-se no uso da influência das pessoas na Internet, a fim de que elas troquem, produzam e disseminem informações sobre sua marca. É disto que estamos falando!
Midiaweb e a Internet nas eleições de 2010
A Midiaweb, além de um belo histórico na construção de importantes marcas e cases em comunicação digital, tem também um know-how e bagagem considerável em webmarketing para o segmento político.
Marcelo Biacchi, diretor da empresa e especialista em comunicação digital, conta que a agência foi criteriosamente selecionada e que atuou ativamente nas campanhas que elegeram o primeiro mandato do Deputado Federal Eduardo Sciarra em 2002 e, na desafiadora campanha também do primeiro mandato, que elegeu Beto Richa em 2004 como prefeito de Curitiba.
Marcelo relata que a agência tem agora um campo ainda mais fértil para atuar, pois está ainda mais preparada e estruturada nacionamente para atender desafios ainda maiores e contam com um mercado bem mais maduro. Novas ferramentas, técnicas e serviços estão no jogo e somando-se a isso, o acesso à rede pela população que teve um crescimento exponencial, bastante capilar já atingindo inclusive as classes D e E. Outro aspecto também bastante favorável, além da distribuição e aumento do número de acessos à rede, é quantidade de horas de conexão que mantém o Brasil por consecutivos anos como o país mais conectado do mundo. Comportamento que mostra que a Internet faz cada vez mais parte do dia a dia das pessoas.
A combinação de uma estratégia digital bem planejada, com o cenário favorável de exploração e utilização do meio, certamente deve trazer diferenciais e contribuições importantes aos candidatos que puderem ter acesso a agências especializadas nesta área, para estas próximas eleições.
Em 2008, a campanha de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos contou com uma poderosa aliada – a Internet. No ano que vem, isso também pode se tornar realidade aqui no Brasil. No último dia 15, o Senado aprovou a liberdade de uso da rede durante as eleições proposta pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB – MG).
Se a Lei for aprovada pela Câmara e sancionada pelo presidente Lula, a Internet será um complemento importante às campanhas realizadas na TV e nas rádios. É no que acredita Marcelo Biacchi. “O candidato passa a contar com diversas ferramentas e recursos para falar com os eleitores, o que acaba abrindo novas frentes de diálogo e possibilidade de expor com mais profundidade e detalhamento seus projetos de trabalho, enriquecendo a exposição que acaba sendo mais limitada em outras mídias em virtude do tempo e outros fatores”, comenta.
Marcelo destaca que os políticos poderão atuar nas diversas plataformas dentro do cenário digital. Entretanto, muito mais que a utilização de novas ferramentas, a questão é saber como explorar todo o potencial do meio de forma eficiente e integrada a fim de se obter resultados que realmente ajudem a fazer a diferença. Faz-se necessário um planejamento orientado para que se obtenha a força de todos estes recursos de forma coordenada. Ferramentas e mídia, são apenas meios. A virtude mesmo, estará na qualidade do plano de comunicação e estratégias digitais que deve ser desenvolvido, para que aí possa se responder, o que fazer, como fazer, e, para se obter o quê.
Para o especialista, nãoexiste uma fórmula padrão para todos. Deve-se tratar o perfil, o plano de marketing, o posicionamento, os interesses e os do público-alvo ou da população de cada candidato. É possível também se obter importantes inputs da internet a cerca do que as pessoas estão interessadas, quais são os temas mais buscados em um Google, por exemplo, entre outras coisas.
Também vale ressaltar, segundo ele, a importância de se ter uma presença fragmentada, não depender apenas da ‘url’, ou seja, do endereço eletrônico do candidato. “O Brasil tem hoje, no seu perfil de internautas, os mais sociais do mundo. Portanto a utilização do SMM ou (Social Media Marketing) é fundamental para se estar presente e engajar pessoas que fazem parte de diversas redes sociais e comunidades”, diz.
O caso de Obama pode servir de inspiração para muitos políticos brasileiros, sobretudo para os que parecem entender um pouco mais sobre a importância da rede, como é o caso do governador de São Paulo, José Serra. “O presidente dos Estados Unidos utilizou diversas ferramentas da Internet para se comunicar com seu eleitorado, criando, inclusive o My Barack Obama (http://my.barackobama.com)”, cita Sergio Coelho, diretor de planejamento da agência. Explica que o site do então candidato permitia criar um perfil, receber e-mails, vídeos, material e relatos de campanha e até manter um blog personalizado para apoiar o presidenciável. “Ou seja, a sensação de estar próximo de Obama foi muito real, o que engajou o eleitorado”, avalia.
Na visão de Coelho, o uso da web nas eleições do ano que vem tem grandes chances de aproximar os jovens da política. O que deve ser um marco, daqui para frente.
Indefinições
Ainda existem muitos pontos nebulosos na lei que permitirá a utilização da Internet nas campanhas eleitorais. O texto do senador Azeredo afirma, por exemplo, que será vedado o anonimato durante a campanha. Para Coelho, não há como garantir que não haverá anonimato ou perfis de falsos usuários. “É praticamente impossível controlar isso”, ressalta. Outro ponto difícil de obter controle é sobre o espaço concedido a cada político em sites de empresas, uma vez que é muito difícil medir a participação de cada um deles, diferentemente do que acontece nas TVs e nas rádios.
Coelho também acredita que a Internet facilitará o ataque direto aos partidos políticos ou aos próprios candidatos. De acordo com ele, ninguém ainda pensou como os ataques serão controlados e em que medida o atacado poderá se defender de outros modos diferentes do “direito de resposta”.
Inovações
Caso entre em vigor, a lei da liberdade do uso da Internet na corrida eleitoral de 2010 muitos políticos deverão contratar agencias especializadas em comunicação digital aponta o diretor da Midiaweb. Segundo ele, estas serão as responsáveis pelas grandes inovações no setor, pelas estratégias e alavancagem do marketing político que como o tradicional está passando por um momento revolucionário causado pela relevância dos meios digitais.
Midiaweb fala sobre a importância das redes sociais
José Serra, governador de São Paulo e, possivelmente, um dos candidatos à presidência da República em 2010, anda anunciando no mundo real e virtual que a Internet será fundamental nas campanhas políticas. O representante tucano é, atualmente, o mais popular político no Twitter, com mais de 70 mil seguidores.
Mas afinal, a Internet é ou não é importante para pessoas famosas? O fato é que empresas, políticos e celebridades estão aproveitando o grande alcance da Internet no Brasil – atualmente, mais de 60 milhões de brasileiros têm acesso à web –, e se aventurando no mundo das redes sociais. Mas ainda não são todos que entendem os novos artifícios da rede. “Muitas empresas ainda resistem, muitos ainda têm medo”, diz Sérgio Coelho, diretor de planejamento da Midiaweb.
Para Sérgio, aderir ao Twitter, Orkut, Facebook, Flickr e outras redes sociais gera vários benefícios. “A empresa ou o político cria um canal de diálogo, fonte de informação e de insights, com seu consumidor ou público alvo. As redes sociais são fonte de informação mais precisa das opiniões do público”, destaca.
Mas atenção: não basta apenas estar presente em uma rede social; é preciso saber usá-la. Sérgio dá algumas dicas. “Em primeiro lugar, o perfil tem que ser verdadeiro e a pessoa ou empresa deve ser o mais transparente possível. Mas o mais importante é entregar algum tipo de valor para o público”.
Um case bacana é o da Nike, que criou uma rede pra praticantes de atletismo. Os amantes de corrida trocam experiências sobre o esporte e o moderador fala de dicas bacanas, promove debates. E já chegou um momento em que a comunidade virtual se tornou suficiente, promovendo seu próprio conteúdo.
E o futuro?
Apesar de sua importância e rentabilidade, o futuro da comunicação não está nas redes sociais. Sérgio acredita que o futuro aponta para as mídias sociais. Por meio delas, as pessoas podem se conectar a marcas e governos em todos os sentidos. Um exemplo de muito sucesso – que pode ser adotado pelo twiteiro Serra – é a campanha de Barack Obama, que utilizou diversas ferramentas da Internet para se comunicar com seu eleitorado, criando, inclusive o My Barack Obama.
Warner Bros. lança campanha viral para filme “Sherlock Holmes”

Pra aumentar ainda mais o mistério em torno do filme Sherlock Holmes, a Warner Bros. lançou uma campanha viral na qual você também pode ser um detetive.
A Warner lançou no Twitter uma URL bem estranha: http://94.236.57.221. A página traz cinco caixas vazias, um ponto de interrogação.
Se quiser bancar o Sherlock Holmes, basta cadastrar seu e-mail para receber mais pistas. A primeira delas é um link de um pôster com a personagem Irene Adler. Parece bobo, mas a organização da campanha garante que os próximos passos são imprevisíveis.
Sherlock Holmes estreia dia 8 de janeiro no Brasil e traz no elenco Robert Downey Jr. e Rachel McAdams. O diretor do longa é Guy Ritchie, ex da Madanna e responsável por sucessos como Snatch – Porcos e Diamantes.
(fonte: Brainstorm #9)
Midiaweb faz SEO para a Oi
Visando melhorar o posicionamento do ’Mundo Oi’ nos resultados da busca orgânica, no que tange as principais ferramentas de busca da web, a Midiaweb está trabalhando ativamente com sua equipe de otimização e também assessorando parceiros.
Evento de comunicação da Midiaweb reúne profissionais de Curitiba, São Paulo e Rio

Integrar a equipe é uma das filosofias seguidas pela agência
Com o objetivo de preparar a equipe para atuais e futuras ações, a Midiaweb Inteligência Interativa reuniu, no sábado, 30 de maio, no Hotel Bristol, seus profissionais para uma série de palestras sobre processos que envolvem a rotina da agência.
O objetivo do encontro foi promover a integração das unidades de Curitiva, São Paulo e Rio de Janeiro, bem como transmitir conhecimento e integrar a empresa, uma das principais filosofias da agência. Participaram do evento todas as áreas da Midiaweb.
Um dos palestrantes foi Sérgio Coelho, diretor de planejamento da Midiaweb. Na ocasião, Sérgio falou sobre as novas e muitas possibilidades de marketing no mundo digital.
A segunda palestra foi conduzida por Ana Erthal, jornalista especializada em conteúdo digital e webwriting. Ana deu várias dicas para produção de conteúdo para a web e, consequentemente, para a retenção de leitores nos sites.
A última apresentação do dia ficou por conta de Guilherme Nagueva, coordenador de Search Engine Optimization (SEO). Ele demonstrou várias estratégias para melhor ranquear uma portal e explicou como usar duas ferramentas do Google - Google Trends e Google Insights - para medir e aumentar os acessos a um site.
Julianne Fontoura, gerente de projeto da Midiaweb, opina sobre o evento: “Foi importante pela integração dos profissionais da agência, para conversarmos com pessoas de outras áreas, pelos conhecimentos adquiridos e para que todos saibam das novas ações da empresa”.
Midiaweb participa do 14º EDTED
A agência Midiaweb Inteligência Interativa irá participar do 14º Encontro de Design e Tecnologia Digital (EDTED), importante evento que discute informações sobre o potencial da Internet e a importância da tecnologia e do design neste meio.
Sérgio Coelho, diretor de planejamento da Midiaweb, irá conduzir a palestra “Presença Fragmentada - participando do cotidiano da audiência”. Na ocasião, Sérgio irá explicar como e por que a publicidade atual deve ir até onde as pessoas estão, tornando-se parte de suas vidas e lhes atribuindo valores. Para ilustrar, serão mostrados cases de grandes marcas, como Nike e Burger King.
A palestra “Presença Fragmentada - participando do cotidiano da audiência” acontece no próximo sábado, 6, a partir das 14h, no Bourbon Hotéis & Resorts (Rua Cândido Lopes, 102, Centro - Curitiba). Mais informações no site www.edted.com.br .
Palestra da Ana Erthal no Interact 2009
Aconteceu dia 23 de maio, em Belo Horizonte, a Conferência iMasters InterACT 2009. Apresentado por Cazé Peçanha, o evento seguiu com o modelo interativo de transmissão, com dois palcos simultâneos.
Participaram cerca de 600 pessoas, entre profissionais focados em Planejamento Digital e Criação, que lotaram os auditórios do Ouro Minas Palace Hotel.
Estavam presentes profissionais renomados do mercado e da internet brasileira, entre eles a Executiva de Planejamento e Conteúdo da Midiaweb, Ana Erthal.

Após uma breve introdução de como funcionaria a dinâmica do evento, Cazé Peçanha e Luli convidaram Ana Erthal para dar início ao Interact 2009. Ana, que é considerada a segunda webwriter do Brasil, abordou o tema “A experiência sensorial e o futuro da tatilidade”. Realizando uma viagem pela história da tatilidade, desde milhares de anos antes de Cristo até os dias atuais, ela citou grandes nomes como Marshall Mcluhan e Eric Havelock.
Durante a apresentação da Ana, enquanto rolava um vídeo entitulado “Bubleshow” (no qual crianças brincavam com bolinhas de sabão), uma máquina de bolinhas de sabão foi ligada com o intuito de aromatizar o ambiente.
Foi disponibilizado um número de celular para que as pessoas presentes pudessem enviar sua pergunta direto aos palestrantes no palco, através da rede social Gengibre.
Estavam presentes também:
Luli Radfahrer, Ana Erthal (Midiaweb), Michel Lent (ogilvy), Caio Cesar, Emerson Calegaratti (myspace), Horácio Soares (Acesso digital), Fabiano Coura (Neogama/BBH), Viviane Vilela, Suzana Alpelbaum (Hello Interactive).
Confira na íntegra os slides da apresentação:
Além da palestra ministrada pela Ana, também foi realizada uma cobertura do evento através do Twitter.
Midiaweb conquista conta do portal iTodas
Um dos mais importantes canais voltado ao público feminino no Brasil - o iTodas – www.itodas.com.br (sob o guarda-chuva do UOL), é a nova conta da agência digital Midiaweb Inteligência Interativa.
A Midiaweb é, agora, reponsavel pela gestão da marca na Internet e pela reestruturação do portal, anteriormente atendido pela Permission.
A atuação junto ao iTodas estará focada em tornar o site mais dinâmico, interativo e rentável. Além disso, a agência já deu início ao trabalho de Search Engine Optmization (SEO), planejando estratégias que irão potencializar o posicionamento do iTodas nos sites de busca.
Outra ação que será desenvolvida pela Midiaweb é a otimização da publicidade do portal por meio da criação de novas opções e formatos de anúncios.
Midiaweb desenvolve novo site comercial da RPC
Já está no ar o novo site comercial do Grupo RPC. O portal foi desenvolvido pela agência Midiaweb Inteligência Interativa.
O site é voltado para os profissionais da mídia que desejam anunciar nos veículos da RPC em todo o Paraná. Em poucos cliques, o usuário tem acesso a todas as informações e vantagens de divulgar seu produto no principal veículo de comunicação paranaense.
Preparados para uma nova realidade?
Palestra aborda as possibilidades de marketing no mundo digital
A Midiaweb, em parceria com a Câmara Brasil-Alemanha, promoveu no dia 7 de abril, a palestra “Preparados para uma nova realidade? A sua marca e as possibilidades no mundo digital” no Hotel Deville Rayon, em Curitiba.
A apresentação foi conduzida por Sérgio Coelho, diretor de planejamento da Midiaweb. Coelho mostrou como os parâmetros da propaganda mundial se transformaram com o advento da Internet. Segundo ele, a simples troca de dinheiro por um produto já está ultrapassada. A tendência é de que as marcas criem um envolvimento direto com o consumidor e participem de suas vidas, oferecendo o produto correto para a pessoa certa no momento pertinente.
Essa relação direta com o usuário é desenvolvida e transmitida não apenas pelo computador. Atualmente, como falou Coelho, televisões (as set up box), games e dispositivos móveis são utilizados por grandes marcas para transmitir e agregar valor aos clientes.
De acordo com o palestrante, as premiadas campanhas não são aquelas que tentam convencer consumidores de que seu produto é o melhor do mercado, mas as que passam seus atributos oferecendo serviços relacionados à vida do usuário.
Para ilustrar as tendências do marketing no mundo digital, Coelho utilizou diversos cases de grandes marcas, como Nike e Burger King, além da campanha eleitoral na web do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
Coelho ressaltou, ainda, que, na rede, é possível planejar controlar, transformar e mensurar campanhas em tempo real. Ele destacou, também, que o Brasil está entre os primeiros do ranking de adaptação às ferramentas e possibilidades da Internet, como blogs, uploads de fotos e vídeos, participação em social medias, RSS e podcast, sendo um dos países que mais navega na web.
O palestrante explicou, por fim, os meios pelos quais as ações podem ser desenvolvidas e divulgadas, como social medias, Search Engine Optimization (SEO), criação de widgets, e-mail marketing, etc.
Para os presentes, a palestra foi bastante esclarecedora. “Gostei muito da didática e da performance do palestrante e de como ele simplificou termos técnicos”, afirma Vitor Gerhardt, instrutor de treinamentos da Mastermind. Já Lúcia Helena Rahme, gestora de marketing da UniCuritiba, a apresentação comprovou a importância do mundo digital. “Diante de todas as possibilidades apresentadas, é necessário aprender a usar o meio virtual na área de marketing”, diz.
Palestra de SEO na Campus Party
Muitas pessoas reclamam da carência de palestras sobre SEO (do inglês, Search Engine Optimization - em português, Otimização para Mecanismos de Busca). Durante a Campus Party Brasil, em São Paulo, numa dessas conversas sobre a carência de eventos no setor, o Fábio Ricotta (do Mestre SEO) junto com o Edney Souza (o famoso Interney) conseguiram organizar um debate sobre o assunto.
O Debate contou com a presença de Frank Marcel (MestreSEO) e Maurivan Luiz (Midiaweb) como moderadores; e na banca estavam presentes Guilherme Nagüeva (Midiaweb), Paulo Lima (Mundo das Tribos) e Alexandre (Buscapé / Que Barato), além do próprio idealizador Fábio Ricotta (MestreSEO).
Além dos participantes presentes no local, a palestra contou com uma média de 70 pessoas online. Os participantes online podiam enviar perguntas e comentários através do streaming ou do twitter, que eram exibidos num telão atrás dos palestrantes.
Se quiser, você pode assistir a palestra de SEO na íntegra.
Importância dos links patrocinados para o sucesso do seu site
Anna Bassetti e Mariana Areco Torres
Para quem tem um site, as campanhas de links patrocinados tornam-se essenciais, uma vez que, elas colaboram para que este seja mais visitado pelos usuários e por conseqüência, mais conhecido na internet.
Quando se realiza uma campanha de CPC em links patrocinados, o cliente está comprando várias palavras e pagando por clique, ou seja, o usuário pode achar sua empresa e/ou serviço de maneira mais rápida e prática, pelo anúncio estar bem posicionado nos buscadores.
Para fazer uma campanha de links patrocinados (as que ficam ao lado direito do Google ou no topo da página com o fundo amarelo), não há necessidade de ter uma verba muito alta, pois o orçamento diário gasto é definido pelo cliente. Além disso, os anúncios serão exibidos para um público qualificado, uma vez que, aborda quem está à procura de algo relacionado à palavra-chave que o cliente definiu e comprou.
Por exemplo: O usuário que tem interesse em uma cadeira de praia e digita na busca do google a palavra “comprar cadeira de praia”, se o cliente pagou por essa palavra, o anúncio será exibido e possivelmente o usuário se interessará por ele. Mas, atenção, além de pagar pela palavra desejada, o texto do anúncio precisa estar com um conteúdo relevante, claro e objetivo. Confira o exemplo aqui.
Mesmo sendo uma campanha relativamente barata, ela precisa estar bem estruturada para obter o resultado esperado. Esses objetivos variam de acordo com cada cliente, por isso, para elaborar e ajudar no sucesso das mesmas é necessário conhecer algumas questões como:
- Objetivo da campanha;
- Qual produto ou serviço vai ser trabalhado;
- Idéias de palavras a serem compradas;
- O que é o produto ou serviço;
- Os diferenciais do produto ou serviço;
- Os diferenciais da empresa;
- Qual a mensagem o anúncio de texto deve passar ao usuário;
- Grau de prioridade de cada anúncio para o cliente.
Clique aqui e veja o exemplo.
Uma campanha de links patrocinados necessita passar por essas fases para ser bem planejada e buscar, de maneira cada vez mais efetiva, um público mais segmentado. Caso essa meta não seja atingida e o público atingido não for o desejado, o investimento acabará saindo caro, uma vez que, o cliente pagará por cliques que não estão lhe dando retorno/conversões.
Midiaweb recebe prêmio no IV Fórum de Marketing
peça premiada divulga o Acelerador POP, da Telecom GVT
A agência digital Midiaweb recebeu, no dia 13 de novembro, o prêmio Touch Midia 2008, promovido pela Rede Paranaense de Comunicação (RPC). A peça premiada com a segunda colocação foi produzida para divulgar o Acelerador POP, serviço oferecido pela operadora de telecomunicações GVT.
O banner criado mostra a figura de um ovo no ninho e estimula o internauta a quebra-lo. Após esta interação salta do ovo, um frango assado e o ninho dá lugar a uma bandeja. A animação termina com a assinatura: “Com o acelerador POP, tudo acontece mais rápido”.
A premiação aconteceu durante o IV Fórum de Marketing, que contou com a participação do maior nome do marketing internacional, Philip Kotler. Estiveram presentes também profissionais do mundo dos negócios como Walter Longo, Fernando Pierry, Jorge Dib e Ricardo Guimarães.
A iniciativa do concurso da RPC é incentivar a criatividade da publicidade on-line, por isso o júri contou com membros do Clube de Criação do Paraná (CCPR), que analisaram a criatividade, originalidade e a interação das peças com o internauta.
Segundo Marcelo Biacchi, diretor da Midiaweb, este tipo de iniciativa é importante para movimentar e expor o trabalho de profissionais do segmento, bem como as marcas que, cada vez mais, estão investindo em internet.
Equipe:
Diretor de Criação: João Paulo Texeira
Redator: Rodrigo Filla
Diretor de Arte: André Luiz Poli
Atendimento: Renata Adriazola
Mídia: Anna Bassetti
Credibilidade da Internet
Uma pesquisa realizada pela Companhia de Notícia (CDN) para saber o grau de Credibilidade da Mídia em 2008, apontou dados surpreendentes. A internet ganhou força nos últimos três anos, em 2005 a rede era apontada por 22% dos entrevistados como a primeira fonte de informação, nesse ano o percentual aumentou para 36%.
Mesmo com um crescimento significativo a Internet vem perdendo credibilidade, em 2005 era indicada por 46% dos entrevistados como confiável, em 2008 teve uma queda com apenas 31%.
O jornal impresso ainda é o meio com maior penetração, seguido de TV com 96%. Já as revistas tiveram um crescimento de 64% para 92% e o rádio de 63% para 77%.
Conforme o site da CDN, a pesquisa foi baseada em entrevistas com 500 executivos de médias e grandes empresas dos setores industrial, comercial, de serviços e administração pública, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.
Segundo a gerente de conteúdo da MidiaWeb, Caroline Veiga, a internet está sendo cada vez mais acessada, entretanto há um problema na quantidade de informações que as pessoas estão publicando.
Outro fator que a jornalista destaca é a “instantaneidade” das notícias, no qual o leitor deve ter um senso crítico mais apurado e saber interpretar a notícia ou o dado em questão. “Vale reforçar que a confiança em um determinado veículo, site ou blog vem com o tempo, pois quando navega a pessoa vai elegendo, às vezes inconscientemente, os sites em que ela mais se identifica”. Caroline afirma que a internet sempre estará em constante evolução, por isso os jornais devem estabelecer credibilidade com uma informação ética e responsável.
Pesquisa divulga relação dos sites de e-commerce mais visitados pelos internautas
No dia 09 de setembro de 2008, a comScore divulgou os resultados da audiência de sites e-commerces, medidos pela ferramenta World Metrix durante o mês de julho de 2008 no Brasil. O site mais visitado foi o Mercado Livre com 10,1 milhões de acessos, seguido por Buscapé com 4,8 milhões e o Submarino com 4,6 milhões.
A pesquisa foi realizada com base em 25 milhões de internautas que acessam a rede em casa e no trabalho. Em julho, mais de 66% visitaram websites de compras. A apuração desconsiderou os acessos por celulares e computadores públicos e mesmo assim foi maior a base de medição em relação aos outros institutos de pesquisa como o Ibope/NetRatings.
O tempo de permanência nos sites também foi analisado, o ShopTime tem um acesso de 6,8 minutos por pessoa, o Mercado Livre de 3,8 minutos.
Segundo o diretor-administrativo da comScore, Alex Banks, há um número crescente de brasileiros que usam a internet para pesquisar informações de produtos, como comparação de preços e compras online.
A sub-categoria mais acessada é a de eletrônicos, com 8,5, seguido de livros, com 3,1 milhões de visitantes, brinquedos (1,5 milhão), esportes/outdoor (1,4 milhão), vestuário (1,2 milhão), música (1,1 milhão), filmes (994 mil), perfumaria e cosméticos (954 mil), ingressos (781 mil), flores/presentes/lembranças (540 mil), mobiliário do lar (284 mil) e joalheria/bens de luxo/acessórios (192 mil).
Investimento publicitário na internet
Publicidade nos veículos online aumenta 45%, comparado a 2007
O jornal Folha Online, divulgou no dia 26 de agosto uma matéria com dados importantes do mercado publicitário online. A Internet é o meio de comunicação que mais cresceu no país durante o primeiro semestre de 2008. A rede já rendeu R$ 321 milhões neste período, um aumento de 45% em comparação ao ano passado.
Os dados da pesquisa são do Projeto Inter-Meios, que mede o faturamento de empresas de mídia.
A web ocupa o quinto lugar de veículo que mais recebe verba, há um ano era a sétima colocada.
A televisão ainda é a mídia que mais recebe investimento publicitário, com 58,5%, seguidos dos jornais com (17,2%), revistas (8%), rádio (4,3%), internet (3,3%), TV por assinatura (3,2%), mídia exterior (2,8%), guias (2,1%) e cinema (0,3%).
A Inter-Meios, revela que as empresas utilizaram R$ 9,57 bilhões em publicidade no primeiro semestre, contra R$ 8,22 bilhões de 2007, uma alta de 16,3%.
Fonte: Folha Online
Lacta. Momento de Pura Inspiração
Concurso online premia wallpapers e frases criativas com iPod Touch
Está no ar, até o dia 04 de outubro, o concurso cultural “Momento de Pura Inspiração” promovido pela Lacta.
O concurso, planejado e desenvolvido pela Midiaweb, tem como objetivo atrair a atenção dos consumidores, possibilitando que eles manifestem seus “dotes” criativos, através de frases e wallpapers. Os 10 melhores ganham um iPod Touch.
A melhor maneira de comemorar o Dia dos Pais é torcendo pelo Furacão
Em homenagem ao Dia dos Pais (10/08/2008), a Midiaweb e o Clube Atlético Paranaense desenvolveram a campanha “Eu, meu filho e o Furacão”.
A finalidade da campanha foi prestigiar e manter um bom relacionamento com os Sócios do Clube.
O filho ou o pai que melhor descrevesse sua história com o time ganharia uma viagem exclusiva para assistir ao jogo do Flamengo x CAP, no estádio do Maracanã, mais 1 par de ingressos para cinema. Além do prêmio principal, 19 outros também foram premiados.
A Midiaweb apostou no sucesso desta campanha que promoveu a interação entre sócio e clube, permitindo ao torcedor expressar sua relação com o time.
Do interesse a conversão
Vendas na internet: um processo multidisciplinar.
Da geração de interesse a efetivação da venda - novas técnicas, ferramentas e recursos auxiliam a projeção de uma marca
Que a internet é dinâmica, interativa e diferente das outras mídias parece ser senso comum. Porém a pergunta que persiste é: como explorar essas diferenças? A cada instante, novos usuários são atraídos para a internet e novas ferramentas de entretenimento, notícia, interatividade são desenvolvidas para atingir esse público crescente e diversificado.
Diante desta ebulição de novidades, as empresas vêem o desafio de atender consumidores cada vez mais dinâmicos. Não basta saber que a internet é talvez o único meio que congrega todo o processo de compra. Do despertar do interesse por um produto ou serviço a efetivação da transação. Para isso é necessário acompanhar as inovações deste meio e saber utilizá-las a seu favor.
De acordo com Sergio Coelho, diretor de planejamento da Midiaweb Inteligência Interativa, para realizar uma compra na internet o usuário passa por seis processos. A diferença começa na fase em que o consumidor, na internet, pode realizar uma pesquisa sobre o objeto de interesse, pode “testá-lo” on-line, pode personalizá-lo e, por fim, pode realizar a compra. Todas essas etapas realizadas com simples cliques do mouse”, explica.
Para o consumidor todo esse processo é um fator facilitador criado pela internet, já para as empresas, segundo Coelho, é um desafio. Como fidelizar esse cliente durante o processo? Como ganhar a preferência deste consumidor diante de todas as possibilidades de escolha? “Acompanhar as tendências e novidades da internet é a melhor forma de não parar no tempo e ser deixado de lado. Existem recursos que a própria internet disponibiliza e podem ser usados a favor de uma marca”, conta.
Discutir esses assuntos e apresentar ferramentas e recursos que podem auxiliar na projeção de uma marca ou produto à frente do mercado são os objetivos da palestra “Do interesse à conversão”, ministrada por Sergio Coelho, sócio-diretor da agência. A palestra abordará os seguintes temas: Banners 2.0 utilizando-se de gadgets; Social Media; Search Marketing; Target Behavior; Branded Content; Conteúdo OnDemand; WebApps e Mashups; Comportamento do novo consumidor e Design e Usabilidade.
A palestra será realizada no dia 29 de julho às 13h, durante o Congresso de E-commerce, realizado pelo IQPC, empresa internacional de informação empresarial, em São Paulo.
Serviço:
Palestra: “Do interesse à conversão”
Palestrante: Sergio Coelho, diretor de planejamento da Midiaweb Inteligência Interativa
Data: 29 de julho
Horário: das 13h às 14h
Local: Staybrige Suítes Hotels, Rua Bandeira Paulista, 555 - SP
Informações: (11) 3463-5600.
O consumidor moderno e a Internet
No dia 18 de julho, o diretor de planejamento da Mídiaweb Inteligência Interativa, Sérgio Coelho, conduziu, em Curitiba, a palestra “O Consumidor Moderno e a Internet”. A apresentação foi promovida pela AHK Junior, ligada à Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha.
Sérgio Coelho falou sobre o panorama atual da Internet e abordou a influência das novas tecnologias e dos novos meios de acesso à rede, bem como tudo isso afeta direta e indiretamente o consumidor moderno. Coelho também destacou os diferentes perfis do consumidor brasileiro, a hiper-fragmentação da audiência e as novas tendências de exposição de marcas na mídia. Todos estes conceitos foram levados ao público presente de maneira dinâmica e ilustrada.
Compareceram ao evento associados da Câmara Junior, profissionais de marketing, estudantes de publicidade e interessados.
Sobre a AHK Junior:
A AHK Junior é uma associação sem fins lucrativos e que tem como objetivo estimular o crescimento pessoal e profissional de seus associados. Para isso, ela promove frequentemente eventos sociais, cursos e palestras.
Publicidade por meio da internet vai crescer 18%
A publicidade mundial via internet representa uma indústria de US$ 35 bilhões e a estimativa de crescimento é de 18% ao ano.O crescimento da publicidade na web no Brasil, em 2007, foi de 46% em relação a 2006.
Dados revelam que a população brasileira ainda assiste mais à TV aberta (97%). As mídias mais acessadas após a tv é a exterior (84%) e o rádio (81%). O telefone celular e a internet atingem, representam, respectivamente, 63% e 36%.
Dos 31,9 milhões de aparelhos celulares com acesso à internet, somente três milhões utilizam o serviço no Brasil. Porém, os usuários são heavyusers (concentram todos os serviços nesse tipo de acesso).
Fonte: HSM
Havan prestigia mães com dicas de beleza e descontos especiais
Além de divulgar produtos especialmente selecionados para o Dia das Mães, a ação on-line - criada pela Midiaweb para a loja de departamentos Havan - irá oferecer um conteúdo relevante ao público feminino e ainda disponibilizar ferramentas para que os filhos possam homenageá-las.Todas as mães que visitarem o hotsite poderão receber, enviar e comentar sobre as mais variadas dicas de beleza. Os filhos, por sua vez, poderão presenteá-las com cartões personalizados e recados postados em um mural virtual. Além disso, mães e filhos podem desfrutar de descontos especiais na loja virtual da Havan.
A fim de fortalecer ainda mais a relação da Havan com seu público, a idéia é que o hotsite ganhe vida após o Dia das Mães e continue no ar entregando às consumidoras informações interessantes sobre o universo feminino e vinculando produtos de qualidade.
Estudo diz que grandes empresas não fazem SEO
Fonte: Redação SEMBrasil
Grandes empresas investem pouco em Search Engine Optimization (SEO). A conclusão é de um estudo da Fox Networks, divisão on-line da Fox International Channels.
O documento informa que, entre os sites das 50 empresas que mais investem em publicidade, 68% não possuem títulos otimizados nas páginas de busca e 28% possuem títulos diferenciados. Entretanto, o índice não tem relação com o conteúdo da página.
Para o diretor da divisão Fox Networks no Brasil, Bernardo Hohagen, a constatação de que apenas dois sites estão utilizando corretamente este princípio básico de SEO é surpreendente. “Títulos diferentes e relevantes ao conteúdo da página exibida são necessários para se obter uma maior probabilidade de figurar entre as primeiras posições dos resultados de busca”, analisa.
Thiago Bacchin, Diretor de Cadastra, afirma que SEO vai muito além de adequar os títulos das páginas, mas que dá uma base para saber se a empresa está preocupada com o posicionamento na busca natural (orgânica) dos buscadores como Google e Yahoo!.
Entretanto, para Bacchin, este quadro está mudando. “As grandes empresas estão incluindo em seus planejamentos de marketing e comunicação os serviços de SEO, a demanda está muito grande nos últimos meses”, afirma.
“Depois de praticamente dois anos de predomínio de pedidos de orçamentos e propostas de administração de campanhas de links patrocinados, nossa agência tem recebido mais pedidos de consultoria em projetos de otimização”, destaca Bacchin.
Fonte: SEMBrasil
Conteúdo, copyright… onde está o valor das coisas?
Por Roberto Cassano
O guru Nicholas Negroponte, professor do MIT, previu há mais de uma década que haveria uma troca de papéis nas telecomunicações. O que tradicionalmente fluía pelo ar, como rádio e televisão, passaria a percorrer cabos (tv a cabo, rádios via internet etc). E o que nasceu como algo preso a fios - telefonia - se tornaria livre. Os celulares estão aí tocando sem parar nas salas de cinema para não nos deixar mentir.
No começo deste ano, outro visionário, o autor de A Cauda Longa e editor da Wired Chris Anderson, criou sua versão desta previsão: tudo o que nasceu pago ficará gratuito e vice-versa.
Ousado? Com certeza. Mas vejamos: a TV, além de livre, era gratuita. Agora é a cabo e paga. Os canais de rádio via satélite são pagos. Idem para as rádios online como o Pandora ou o Sonora, do Terra. Nunca se comprou tanta água engarrafada. E até o ar tem preço. O que são os créditos de carbono se não taxas que se paga para gastar/estragar o ar?
Produtos - de modems de banda larga a filtros e geladeirinhas - se transformam em serviços, por meio das soluções de comodato e aluguel. E os bens digitalizados imploram para ganhar o mundo, povoar a matrix, se espalhar como gremlins.
Tudo que se digitalizou - de livros e músicas a nossas próprias identidades e privacidade - perdeu o conceito de propriedade junto com os átomos que os compunham. Música já não se compra. Ou você aluga ou simplesmente copia. Junto com o Orkut, a pirataria foi um dos grandes vetores da inclusão digital no Brasil. Procure nos mercados populares por CDs piratas. Eles perdem cada vez mais espaço para os DVDs. Isso porque até o CD “genérico” de R$ 3 é caro perto de um clique no eMule. A pirataria é tão feia e errada como real e inevitável. Ignorar isso é fingir que aquele iceberg jamais afundaria um transatlântico como o nosso.
E tem mais. Digitalizado, o conteúdo pede não só para ganhar o mundo, mas para evoluir. Mudar, mitoses, meioses, osmoses, fagocitoses de idéias, imagens, sons… bricolagem frenética e digital. Criação coletiva, colaborativa. Máquina fazendo arte. Gente e máquina fazendo máquina. Um “eu” que vira “nós”. Um “nós” que vira “eu”. De quem é o conteúdo? Patente do quê? Quem se ousa se clamar “dono” da idéia? De quem é a foto do Corcovado? Se eu fotografo um quadro que é refeito em calda de chocolate por Vik Muniz e depois ganha versões nas mãos de anônimos e um camelô imprime e vende em Guadalajara, quem merece receber os direitos autorais?
Copyright é algo tão na moda quanto mullets e polainas. E não porque está errado. Simplesmente o mundo mudou. Não que ele precise ser abolido. Ele simplesmente não se aplica mais às regras do jogo.
Falando de negócios, estamos dizendo que o grande desafio dos proprietários de conteúdo é torná-los rentáveis de uma maneira sintonizada com o momento do mundo. E não como uma Durval Discos anacrônica.
Mas ainda é cedo para os produtores de átomos rirem de nós, seres digitais. Se ainda não existe a cópia em massa de átomos, tudo que é material virou commodity. Já não há diferença de fato entre tipos de arroz, tipos de carros, tipos de laptops. E as marcas, que assumiram a responsabilidade de diferenciar os produtos, estas sofrem com pirataria, clones, mudanças de humor do mercado.
O futuro, apostam os especialistas, está na customização em massa. Ou seja, produzir em larga escala produtos que rivalizam com os artesanais na capacidade de ser a cara do consumidor. Só que quando todos os produtos tiverem a minha cara, todos serão iguais (a mim). Um Apple e um Sony seriam a mesma coisa. Talvez com uma diferença de aura, de estilo, benefício acessível a um punhado de sortudas e bem-trabalhadas marcas.
Se uma ponte ou uma geladeira já não vale o que valia e se tudo que é digital se copia, onde está o valor? Eu aposto no artesanal. Não por ser tosco, barato. Nem por ser uma oportunidade de dar uma “esmola” a quem se esforça com calos nas mãos. O artesanal se destaca porque possui algo que nenhum MP3 baixado pelo Torrent nem nenhuma Louis Vuitton de camelô pode oferecer: uma história autêntica. É mais que o produto, é a história que ele percorreu até chegar a suas mãos. Veja o valor que você dá a estúpidos souvenires de viagem. Quanto vale aquele chaveirinho vagabundo que você comprou na Tailândia? Para você, uma fortuna.
Você não pode copiar uma história autêntica. Você não pode se apropriar da história de outro produto. Você pode até copiar a marca, mas o valor da marca não leva junto o valor da experiência de fazer parte da vida daquilo que se tem em mãos. Quanto você pagaria por uma cópia de um autógrafo?
Não se pirateia um repente. Uma bolsa de palha do Jalapão. Uma serenata sob a janela ou um pocket show do U2 na Quinta da Boa Vista. Não se pirateia ou patenteia experiência. Mil corridas de avião em plena enseada de Botafogo não mimetizariam um Red Bull Air Race. Você pode até forjar uma história, como fez brilhantemente o sorvete Haagen-Dazs, mas ela é sua, só sua. A experiência é o DNA do produto. Deixem o conteúdo correr. Deixem que se crie, que se recrie. Ninguém vai roubar aquilo que realmente tem valor para você: sua alma. Se você tiver uma, é claro.
Fonte: Webinsider
Explosão no universo digital
Se o leitor imaginar que um byte seria equivalente a um átomo no universo digital dos computadores e da internet, seria possível dizer que o número de “átomos” digitais no universo cyber já ultrapassou o de estrelas no universo real. E esse número só faz se expandir. Quem arrisca essa comparação são os analistas da consultoria IDC, num estudo que aponta uma nova hiperexplosão digital para os próximos anos. Segundo o estudo, o universo digital comporta hoje, em informações, 281 exabytes, ou 281 bilhões de gigabytes - 10% além das expectativas mais gordas - e, dentro de três anos, esse número será multiplicado por dez.
E o que nós, brasileiros, temos a ver com isso? Muita coisa, ora. É que pelo menos uma das razões da explosão de dados digitais supracitada é o aumento do acesso ao ciberespaço nos países emergentes. E, quase ao mesmo tempo em que foi liberado o relatório, o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) divulgou um estudo mostrando avanços no uso de computadores pessoais e da internet no Brasil.
Mudança de perfil
O relatório do Cetic.br, que analisa como o brasileiro anda mexendo na grande rede, em casa ou alhures, aponta para uma mudança do perfil social do país nos últimos dois anos. Embora o uso da internet em residências se mantenha no nível dos 40%, a rede está chegando às classes menos favorecidas por meio de lugares como cibercafés e lan houses, que proliferam cada vez mais no país.
Democracia digital pode custar R$ 1 por hora
Entrar na internet nesses locais é a grande pedida para 49% dos ouvidos na pesquisa (foram estudadas 114 mil residências em várias cidades e entrevistadas 17 mil pessoas). Em 2006, esse número era bem menor - 30%. Na prática, isso significa que os usuários desse tipo de serviço já superam aqueles que acessam a rede da própria casa.
Há uma explicação simples para isso. “A lan house é um lugar onde o acesso é mais barato, custa em média R$1 por hora, e por isso se tornou muito procurada”, diz Mariana Balboni, gerente do Cetic.br. “Além disso, trata-se de um local onde não há restrições de acesso, ao contrário de um telecentro ou escola, onde não se pode navegar em certos websites.”
Outro indicador interessante é o aumento de computadores pessoais nos lares. Quase um quarto (24%) dos lares brasileiros já tem um computador. É claro que não dá para competir com a televisão, presente em 98% das casas, o rádio (89%) e o celular (74%, passando de longe os 45% de telefones fixos). Mas já é alguma coisa.
Ele é o rei
Nas casas, domina o PC de mesa
O computador de mesa ainda é o grande veículo para acessar a internet. Ele está presente em 98% das casas “informatizadas” abordadas na pesquisa do Cetic.br. O sistema operacional mais usado é o Windows (86%), contra 1% do Linux (que chega a 2% na faixa dos que recebem entre R$1.141 e R$1.900). 53% das pessoas dizem usar o computador todos os dias, contra 33% que o utilizam uma vez por semana. Entre quem nunca usou a internet, além dos 55% que dizem não saber mexer com isso, 31% afirmam não poder pagar o acesso à rede e 39% declararam não ter necessidade ou interesse.
Fonte: Gazeta do Povo
Internet vive seu “maior boom” no Brasil
O número de internautas residenciais no Brasil atingiu em fevereiro 22 milhões de pessoas, um aumento de 56,7% em relação ao mesmo mês de 2007. Os dados são de pesquisa feita pelo Ibope/NetRatings e divulgada nesta quarta-feira (26).
Segundo a pesquisa, o Brasil vive “o maior boom” de crescimento em número de acessos residenciais à Internet desde 2000, quando a medição começou a ser feita, de acordo com comunicado distribuído à imprensa.
No início de 2007, o Brasil tinha cerca de 14 milhões de usuários ativos residenciais, de acordo com a pesquisa. Ao longo do ano passado, o país adicionou 7,1 milhões de usuários ativos, o que, segundo a parceria Ibope/NetRatings, foi o maior crescimento entre 10 países pesquisados.
Os Estados Unidos, considerados um mercado mais maduro, adicionaram 4 milhões de usuários. No mesmo período, a França teve um crescimento de 3,2 milhões de internautas.
Incentivo
Medidas de incentivo fiscal do governo à aquisição de microcomputadores, desde 2005, estão impulsionando o número de internautas residenciais no país, já que a falta da máquina era um dos entraves à conexão domiciliar. A explicação é de José Calazans, analista de mídia do Ibope.
Segundo ele, “o porcentual de crescimento está aumentando mês a mês”, já que em janeiro o salto foi de 50% em 12 meses e, em dezembro, havia sido de cerca de 40%.
Para ele, além do aumento na venda de PCs - que conta também com a ajuda da melhora na renda média da população - existe “um motivo indireto”: a proliferação de locais públicos de acesso à rede mundial, como telecentros e lan houses no país, o que contribui para popularizar a web.
“Uma vez que o usuário se acostuma com a internet, ele passa a querer ter acesso em sua casa também”, explica Calazans.
Tempo médio - O Ibope atualizou o número de pessoas com acesso à Internet em qualquer local — residência, telecentros ou lan houses - para 40 milhões no último trimestre de 2007, o que equivale a um crescimento de 21,27% sobre o mesmo período de 2006, quando era de 32,9 milhões de pessoas.
O tempo médio de navegação do brasileiro em casa subiu 3 horas e 17 minutos em fevereiro deste ano, comparado ao mesmo mês de 2007, para 22 horas e 24 minutos. O resultado coloca o Brasil como o país de maior tempo de navegação entre os pesquisados. O segundo maior colocado são os Estados Unidos, cujo tempo médio foi 19 horas e 52 minutos.
Fonte: Gazeta do Povo
A chave do sucesso é garantir que o mix entre físico e digital não confunda o usuário
Outro dia estava numa livraria pensando nas diferenças entre compras online e no mundo real.
Além das facilidades do mundo online de se comparar preços e pesquisar em diferentes livrarias online, estava também pensando na experiência qualitativa por trás destas interações.
Segurar um livro e folhear suas páginas. Existe algo especial nesta experiência física que não pode ser substituída por Ajax ou Flash (ou o novo Silverlight). Ao menos para aqueles (meu caso) que primeiro aprenderam a lidar com o mundo físico e depois conheceram o mundo digital.
Mas todos concordamos que com a velocidade com que tudo “vai para dentro do computador”, não vai demorar muito para que surja uma geração que não terá a oportunidade de comprar um livro em uma livraria como nós fazemos hoje.
Hoje em dia o que percebemos é uma série de tentativas de se passar coisas e conceitos do mundo físico que nos são familiares para o mundo digital.
Vamos pensar em algumas destas tentativas e analisar o que funciona e o que não funciona.
Nosso primeiro exemplo é o catálogo online da Dell Computadores nos Estados Unidos.
É uma “publicação” mensal, com os lançamentos e promoções em destaque. O site é implementado em Flash e combina elementos tradicionais de um catálogo com soluções digitais inovadoras que produzem uma experiência nova aos usuários. Ele realmente parece um catálogo real, pela sua forma e pela possibilidade de folhear pelas páginas. O catálogo disponibiliza uma mistura de conteúdo estático e interativo. O conteúdo parece o que você encontraria em um típico catálogo da empresa, mas ele agrega elementos de interatividade. O fato desta implementação utilizar elementos do mundo físico é interessante, mas o que mais impressiona é a adição natural e intuitiva de elementos interativos, somente possível no mundo digital.
Muito antes de a Dell adicionar uma sensação de “mundo real” ao seu catálogo eletrônico, pesquisadores já faziam o oposto - trazer a sensação digital para um dos nossos objetos mais conhecidos e apreciados, o papel. O papel eletrônico, ou e-paper, começou a ser desenvolvido por volta de 1970 na Xerox. De acordo com a Wikipedia, as futuras aplicações incluem livros e-paper - capazes de agrupar versões digitais de vários livros, com um deles sendo mostrado na tela de cada vez. Quando isto acontecer em uma escala comercial, nós vamos folhear um livro digital e também interagir com ele como interagimos hoje em uma página da web, usando gestos.
Isto nos leva para o próximo capítulo na corrida para mesclar o físico e o digital - o iPhone. A Apple tem se mostrado uma das empresas de ponta no aspecto reinvenção. Eles se reinventaram com o iPod e parece terem conseguido novamente com o iPhone (existem divergências neste ponto, mas não vou entrar nesta discussão agora).
A maioria de nós ainda não pôde experimentar a tecnologia multi touch do iPhone ou do recém lançado iPod Touch, mas ao que parece a Apple lançou no mercado uma maneira realmente nova de se interagir com as informações digitais. Uma das disposições da Apple é justamente redefinir nossa experiência digital, fazendo com que objetos digitais pareçam e se comportem como seus “primos” do mundo físico.
Isto não significa prometer uma interface com o usuário e um objeto para se brincar, significa criar coisas tão intuitivas quanto àquelas do mundo real.
Tentar mesclar e reconciliar nossas experiências nos mundos digital e físico não é algo fácil e trivial. Muitas tecnologias estão tentando criar uma combinação que produza uma experiência do usuário ao mesmo tempo consistente, simples e rica.
Os objetos no mundo real obedecem às leis da física. Os objetos no mundo digital obedecem… Bom, pelo menos as leis do bom design. Já as leis dos híbridos ainda não foram totalmente formuladas.
A chave do sucesso é garantir que este mix entre físico e digital não confunda o usuário. Elementos que se utilizam deste mix devem se comportar da maneira que se espera que eles se comportem. Inventar novas maneiras de “remixar” elementos, mantendo os usuários felizes e satisfeitos, é o que estas novas tecnologias devem se preocupar em fazer.
Fonte: Webinsider
Ação online divulga conquista histórica do CAP
Após 59 anos, o Clube Atlético Paranaense conseguiu superar seu recorde de vitórias consecutivas, desta vez foram 12 em um mesmo campeonato. Em 1949, o time havia vencido 11 jogos seguidos, ficando marcado como uma equipe de garra e talento, conquistando o apelido de Furacão.
O CAP promoveu uma comemoração especial que contou com a presença dos atletas de 1949 e de 2008. A conquista também mereceu uma bela ação online - uma linha do tempo na qual é possível acompanhar comparativamente, jogo a jogo a trajetória de 49 com a deste ano. São diversas informações sobre o feito e a superação em 2008, ilustradas com fotos dos jogadores, vídeos, curiosidades, notícias, manchetes da época e atuais, além de estatísticas como: placares, faltas, escanteios, impedimentos e anulações.
A façanha aconteceu dia 20 de fevereiro quando o time enfrentou o Cianorte, pelo Campeonato Paranaense.
Saiba o que fazer quando o assunto for otimização para Buscadores e como utilizar isso como ferramenta de marketing on-line
O que esperar das ações de SEO (Search Engine Optimization) realizadas pelas agências de internet hoje em dia? Será que são realmente efetivas, dão resultado? São perguntas muito freqüentes na cabeça de gerentes de marketing que têm sua conta administrada por uma agência de Mídia On-line.
Para sobreviver na selva digital da disputa pelo melhor ranking e posicionamento nos buscadores (Google/Yahoo), existem algumas leis básicas que um profissional de SEO deve comentar ao defender esta estratégia ao seu cliente. E se você tiver que contratar este serviço, abra o olho para alguns detalhes que fazem a diferença.
Não se deve acreditar que o processo de Otimização é algo rápido, que você faz uma vez e o resultado é eterno, isso são ilusões que devem ser eliminadas da cabeça do cliente desde o começo da relação. Para tudo nesta vida é necessário trabalho e persistência, não seria diferente com o SEO. Isso provoca uma expectativa errônea, gera insatisfação e resultados frustrantes. Controlar expectativas, é saber gerenciar.
Para que o resultado seja efetivo temos algumas fases a cumprir:
Atitudes On-page
01 - Análise das condições atuais dos desempenhos do site.
02 - Solução dos problemas técnicos (links quebrados, inclusão das meta-tags, a codificação deve estar no padrão W3C, títulos das páginas coerentes com o contexto do conteúdo, notas de rodapé, sitemap, conteúdo relevante e etc.)
03 - Conexão com o Google Analytics.
Atitudes Off-page
01 - Definição das palavras-chave que transmitem o contexto do site e/ou demonstram o modelo de negócio.
02 - Análise da concorrência nas 3 primeiras páginas do Buscador, ou seja, é necessário ver quem está utilizando as palavras-chave e está obtendo bons resultados. Por que eles estão lá?
03 - Procure boas parcerias, geralmente em páginas populares, pois essas transmitem o know-how para seu site.
04 - Procure por popularidade de link, divulgue seu website de todas as formas. Assine seu e-mail e de seus funcionários com o link do site, crie campanhas para gerar tráfego e busque resultados cada vez maiores.
Como disse anteriormente não tenho pretensão de demonstrar tudo o que deve ser feito em caso de ações de SEO e sim nortear as pessoas que estão se envolvendo agora nestes processos. Estes procedimentos são complexos e requerem literatura específica para maior entendimento.
Existe também um trabalho contínuo de manutenção do desempenho do site e da vida dele em relação aos sistemas de busca. Um acompanhamento periódico da performance das palavras-chave inicialmente escolhidas deve ser feito, juntamente com uma renovação do conteúdo e busca por novas formas de ser encontrado pelos crowlers (robôs de indexação). Ou seja, é preciso reiniciar o ciclo com novas palavras-chave, aumentando assim a possibilidade dos buscadores indexarem seu website. Mas lembre-se: você deve aumentar o volume de palavras e não substituí-las, pois o trabalho anterior seria perdido.
Estes serviços devem ser prestados com seriedade e atenção. E, no caso de você ser o cliente, é preciso ter a cabeça aberta às contribuições dos profissionais especializados, pois o interesse em melhorar seus resultados visa também manter seus investimentos nestas ações. Assim, todos os lados saem ganhando.
Flávio Vidigal
Criação e Gestão de Mídia
Midiaweb - Inteligência Interativa
O clima de Páscoa já está no ar
Já está no ar o hotsite “Páscoa é Lacta”.
Durante um mês você poderá conhecer as opções deliciosas que a Lacta preparou para mais uma Páscoa, desde os tradicionais ovos Sonho de Valsa e Diamante Negro até as novidades como os ovos Lacta Special, Ben 10 e Amaro. O hotsite também traz muita diversão: games do Pascoal, wallpapers e lindos cartões virtuais para você desejar Feliz Páscoa os amigos e familiares.
Midiaweb é escolhida para desenvolver novo portal da Oi
Após concorrência nacional, Midiaweb é selecionada para integrar o time que irá desenvolver o que pretende ser a vanguarda em portal na internet brasileira.
Estará voltado para o entretenimento e algumas novidades serão apresentadas aos usuários já na primeira fase do projeto. Tanta inovação e criatividade na produção, deve-se ao fato de que a Oi é uma marca inovadora e ousada.
O portal, que inicialmente visa atingir mais de dois milhões de usuários, terá quatro pilares principais - Música, Vídeo, Jogos e a Revista Oi.
Também é destaque neste projeto, o sistema de gestão que sustenta todo o portal e permite a viabilização de diversas funcionalidades, como páginas personalizadas e configuradas pelos usuários, utilidades, widgets, etc. Com conceitos avançados de usabilidade e arquitetura na construção de toda a solução, foram utilizadas e selecionadas tecnologias de ponta que fazem deste, um dos mais avançados sistemas de gestão e publicação de portais existentes.
É um sistema inteligente, prático e com inúmeras funcionalidades que tornam sua operação bastante fácil e interessante. Através de elementos simples e arrastáveis, possibilita que os próprios editores configurem e criem novos templates, seções e páginas do portal conforme suas necessidades.
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Case “Varejo Responsável On-line” é premiado na ABANET
6º Prêmio “ABANET/IAB 2007” O Case ”Varejo Responsável On-Line”, realizado pela Midiaweb para a Philips Morris, foi premiado com o bronze na categoria de Responsabilidade Socioambiental pela Associação Brasileira de Anunciantes (ABANET) em parceria com o Interactive Advertising Bureau Brasil (IAB).
O prêmio, de acordo com a ABANET, tem o objetivo de estimular o crescimento dos projetos de mídias digitais e destacar os melhores trabalhos e projetos do Brasil relacionados com internet.
O projeto premiado consiste em um treinamento via internet de aproximadamente 20 minutos para varejistas sobre as leis que regulamentam a venda de cigarros. É composto por pequenos vídeos que ilustram o dilema dos varejistas quando uma criança ou alguém que aparente ter menos de 18 anos vai ao seu estabelecimento comprar cigarros.
Os resultados aparecem principalmente com a sensibilização da importância do comércio responsável desses produtos.
A iniciativa é da Philips Morris, que desde 2000 desenvolve o trabalho em parceria com o Centro da Excelência em Varejo Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas.
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Midiaweb ganha conta da Lacta
A marca brasileira, que existe há quase 100 anos e hoje faz parte da Kraft Foods, está em um período de renovação e pretende ampliar o contato com seus clientes também através da web.
Dessa forma, uma concorrência nacional foi aberta e a Midiaweb foi a agência selecionada para tocar a comunicação digital.
A primeira fase do site institucional da Lacta (linha azul) deve entrar no ar agora em fevereiro.
Lacta ao Leite foi considerado o melhor chocolate do Brasil e a Midiaweb está trabalhando para apresentar isso ao mercado e se relacionar com os consumidores da marca.
Aguarde esta deliciosa novidade!
Lacta derrete na boca
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Havan lança promoção Receita Premiada em parceria com Britânia
Recentemente, entrou no ar a promoção “Receita Premiada”, desenvolvida pela Midiaweb e composta por diversas ações e peças on-line.
Para participar da promoção, os clientes da Havan deveriam enviar receitas que foram realizadas ou com a panificadora ou com a centrífuga Britânia.
As duas receitas mais gostosas e originais foram premiadas; uma com a panificadora Britânia e a outra com a Centrífuga.
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Como a Web 2.0 pode contribuir com o seu negócio
Ainda é difícil achar uma definição para a web 2.0, e mais difícil ainda é saber ao certo quando e por que ela surgiu. Para o diretor de planejamento da agência Midiaweb, Sérgio Coelho, a essência da web 2.0 é trazer o usuário para o centro de todo o processo, pois “ela permite que o usuário compartilhe, interaja, analise, crie, comente, edite o conteúdo do site”.
São exemplos de ferramentas web 2.0 os blogs, fotologs, vídeo logs, sites de relacionamento, as enciclopédias livres, o Second Life entre várias outras.
Hoje, qualquer pessoa pode colocar o que quiser na internet, como um texto, uma fotografia ou um vídeo, de forma simples e rápida. A conseqüência disto é uma infinidade de materiais publicados na rede sobre os mais diversos assuntos. E um destes assuntos pode ser justamente o seu produto ou a sua empresa. Por isso, mesmo que você ainda pense na web 2.0 como algo distante, é bom estar atento, pois ela existe e está sendo bastante utilizada.
Para Sérgio Coelho, a facilidade que o usuário tem ao expressar suas opiniões, a democratização da informação e a abrangência de conteúdos feitos por pessoas diferentes, podem ser consideradas algumas das vantagens da web 2.0. E as informações, idéias e conhecimentos armazenados e compartilhados na web, podem contribuir para que as empresas conheçam melhor o seu público, para saber o que as pessoas estão pensando e querendo, além de trocar conhecimentos e experiências.
As desvantagens, no entanto, estão relacionadas diretamente às vantagens, pois “a qualidade do conteúdo produzido pelos próprios usuários é questionável e nem tudo o que está exposto na web pode ser confiável”. Mas, mesmo assim, para o diretor da Midiaweb vale a pena pagar esse preço para andar junto com a tecnologia: “é preciso aceitar e saber conviver com o que é novo” garante.
Alguns cuidados devem ser tomados com a exposição pessoal ou da marca na web 2.0, já que através dela qualquer um tem “voz” para dizer o que pensa. Comentários positivos e negativos podem surgir e as pessoas e/ou empresas precisam estar preparados para lidar com isto.
Sérgio Coelho explica que a empresa precisa ter um objetivo na internet, analisar todas as ferramentas disponíveis e ver se é realmente relevante usar os recursos da web 2.0. “O importante é se preocupar com o foco da empresa e não com modismos”, afirma. Além disso, quando uma empresa resolve abrir espaço para os usuários/clientes, ela precisa ter uma equipe preparada e atenciosa para responder às críticas que irão surgir. Do mesmo modo que uma empresa pode elevar seu conceito utilizando os recursos da web 2.0, ela precisa ter a consciência que pode ser prejudicada, caso não saiba lidar com as situações. Uma empresa, por exemplo, pode dar um tiro no pé ao criar um blog e bloquear os comentários. Neste caso, um consumidor que esteja mais habituado à web 2.0, poderá achar ruim.
E a tecnologia certamente não irá parar por ai, já se fala da web 3.0. Nela, a internet vai deixar de ser baseada em documentos para ser baseada em dados, o que tornará as ferramentas de busca mais precisas.
Dentre tantos avanços que ainda estão por vir, há também a comodidade que as pessoas terão em navegar na internet de qualquer lugar utilizando aparelhos móveis destinados a isso.
Confira a finalidade dos sites da Web 2.0 pelo site: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml
Sérgio Coelho – Diretor de Planejamento e Sócio da Agência Midiaweb Inteligência Interativa.
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Design para novas mídias
Voltando um pouco no tempo, vemos o desafio dos designers, publicitários e profissionais de marketing com relação à divulgação de produtos, serviços e marcas dos seus clientes, onde as mídias eram essencialmente estáticas e unilaterais, ou seja, anúncios impressos nos quais a informação vinha apenas de um lado, deixando o público atingido apenas na posição de receptor.
Com o advento do rádio, as experiências em comunicação se tornaram áudio/visuais, ou seja, teríamos que impactar o receptor através de um anúncio estático e um sonoro. A televisão chegou para juntar as duas coisas e unificar as sensações da informação em um único veículo. Isso não acabou com os anúncios estáticos, tão pouco com os anúncios de áudio. Simplesmente a publicidade ganhou a sua principal ferramenta de comunicação até os dias de hoje, deixando as demais mídias como apoio para as campanhas de tv.
Em toda essa trajetória o design, como ferramenta da comunicação e do marketing, vem se adaptando para tornar possível todas as sensações provocadas por mídias emergentes. Desde então, as experiências do receptor tornaram-se cada vez mais avançadas, surgem anúncios animados em topsites, mídia in-door e demais mídias alternativas.
As ferramentas denominadas “multimídia” entram em cena para incluir mais um item na experiência do ainda receptor: a interação com o material publicitário. Isso permite ao usuário novas sensações, além da visual e sonora, dando a ele alguma autonomia no que se realmente quer ver e ouvir, a comunicação passa a ser menos unilateral. Com isso abrem portas para o surgimento de novas formas de se fazer propaganda e marketing. Surge a world wide web, nossa querida internet.
A internet precisa de um artigo somente para ela, mas posso citar rapidamente aqui uma prévia da sua evolução. Ela começou dando ao usuário novas sensações interativas como hiper-navegação, pesquisas rápidas, novas formas de relacionamento e absorção de conteúdo relevante ao seu perfil. A publicidade e o design se ajustam mais uma vez para atender essa nova realidade, tentando trazer os modelos já existentes para dentro da rede mundial. O segundo momento da rede permite ao usuário se reunir em comunidades definidas por perfis, ter acesso a conteúdo de áudio, visual, animado e interativo.
Surge a web 2.0, que nada mais é que uma maneira diferente de pensar web, ou não tão diferente assim, pois ela foi criada em seus primórdios para promover a colaboração de conteúdos acadêmicos e organizações militares do governo americano. A web já nasceu colaborativa. A atitude de retomar essa maneira de usar a web custou aos comunicadores a queda do termo “receptor”, pois agora ele virou “co-autor” ou “colaborador”. Assim, a web avança mais um pouquinho na formação da sua personalidade e como mídia assume a poderosa posição de permitir ao usuário/co-autor a possibilidade de ter experiências áudio/visuais, animadas (vídeos e vinhetas flash), interativas e colaborativas. Atendendo ainda mais os anseios do público que a consome. Como será a web 3.0?
Flávio Vidigal
Criação e Gestão de Mídia
Midiaweb Inteligência Interativa
Do marketing ao branding
O livro de Augusto Nascimento e Robert Lauterborn chamado “Os 4 Es de Marketing e Branding” inicia sua trajetória contextualizando os leitores a respeito de fatos históricos, evoluções econômicas e sociais, além de traçar uma linha do tempo no que se refere à conceituação e prática de marketing.
Século XVIII: Predomina a escassez de bens de consumo e a falta de concorrentes.
Século XIX: Com a Revolução Francesa e a Revolução Industrial surge um novo modelo de organização das cidades, uma nova relação entre capital e trabalho se solidifica e também um novo público consumidor se forma (cultura de massa). No entanto, a maior parte dos produtos ainda não possui marca. Há a necessidade das empresas adequarem sua forma de comercialização e de produção para atender a demanda deste mercado em massa que se forma.
Século XX: Fabricantes começam a ter competidores e a marca já é vista como um diferencial utilizado para facilitar a lembrança do consumidor.
E é a partir da prática voltada ao mercado que os conceitos a respeito de marketing passam a ser pensados:
- “4 Ps”: foco em produto, preço, praça e promoção.
- Foco no cliente: Em 1965, Peter Drucker traz um novo conceito, que coloca o cliente como foco das organizações e dos negócios.
- Brand equity: Nos anos 80, a importância da marca já está consolidada e passa a ser vista como de grande valor pelas empresas.
Nos anos 90 três grandes linhas conceituais predominam, seja com foco no produto, clientes ou marca.
“Os 4 Es de Marketing e Branding” propõe uma revisão dos conceitos de marketing, que retoma a essência da definição do negócio, olhando-o a partir da visão do cliente, mas também incluindo a nova importância das marcas, bem como dos métodos para construí-las. Desta forma, passa-se do marketing ao branding.
A junção destes conceitos relacionados à importância do “vending” na busca de resultados e de valor à marca, somados ao mix de marketing como tarefas de marketing a serem realizadas pelos gerentes da organização, embasa o novo conceito denominado “4Es de branding”, que querem dizer: “entusiasmar funcionários, encantar clientes, enlouquecer concorrentes e enriquecer a todos”.
Este pode ser visto como um conceito sistêmico, no qual partes não são especialidades, e sim, componentes de algo maior, no qual as relações entre as partes “branding, marketing, vending, 4Es, 4 Ps e 2 Vs” permitem uma visão do todo, propiciando novas compreensões a respeito da organização.
Julianne Formighieri Fontoura
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No clima da Páscoa
Mesmo que o clima ainda seja de carnaval, uma coisa é certa, Páscoa é Lacta!
Mais uma divertida e saborosa conquista da agência, foi ganhar o projeto on-line de páscoa da Kraft através da Lacta, marca que se tornou sinônimo desta data.
Está em fase final a produção da campanha Páscoa é Lacta 2008. O hotsite, que ficará no ar durante um mês, vai apresentar a linha completa dos produtos da Lacta para a páscoa, links para lojas virtuais que estarão vendendo os ovos e uma seção de diversão com games, papel de fundo que pode ser modificado de acordo com o gosto de cada usuário, cartão virtual e muito mais. Além disso, o personagem do Pascoal, aquele simpático coelhinho da Lacta, estará presente no hotsite garantindo a diversão da criançada. Vale a pena aguardar, você e toda sua família vão ficar com água na boca!
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A nova capa do POP
Quem visitou o POP nos últimos tempos percebeu que a home do portal foi remodelada. Com isso, a página principal ficou mais leve e funcional. E como não poderia deixar de ser o design também ficou mais bonito! Se você ainda não viu, entre no POP e confira!
Pop oferece internet grátis 19 vezes mais rápida
Para romper com o estigma de que toda conexão discada é tão rápida quanto uma tartaruga, a Midiaweb criou uma campanha para divulgar o Acelerador POP que deixa a conexão até 19 x mais rápida. Os banners que faziam parte da campanha tinham a ilustração de duas tartarugas, sendo que a tartaruga do POP estava equipada com um acelerador e por isso ia muito mais rápido que a outra.
Campanha especial para o POP garante prêmio à Midiaweb
3º Anuário CCPR. Neste ano foi criada uma campanha especial para usuários inativos do POP. A campanha intitulada “Hoje a principal notícia é você” teve como base atingir todos os clientes do Pop que não acessavam o site há algum tempo.
A campanha consistia no envio de e-mail personalizado a cada aniversariante. Ao clicar no e-mail, o aniversariante era direcionado à capa do portal onde era surpreendido com um banner personalizado, no qual o POP felicitava o usuário através de um floating banner. O objetivo era mostrar para o cliente que o Pop não havia se esquecido dele e estava colocando-o na home do portal como uma matéria de destaque.
Com esta iniciativa a Midiaweb ganhou prata na premiação do Clube de Criação do Paraná.
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